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Abre las compuertas de tu pecho

Celso Minguillin

Abra As Comportas do Seu Peito

Abra as comportas do seu peito
Que eu sigo o leito,
Desse r i o, desse mar,
E no turbilhão de suas vagas,
Eu quero simplesmente me afogar;
Vou me inundar de sentimentos,
Regozijos e lamentos
Vou me afogar de paixão;
E nas ondas revoltas de suas tranças
Sou pequeno ,sou criança,
Sou lacaio e nada mais;
Rolando em suas cataratas
Irei finalmente,feliz ,sim,
Por ter-me prendido,
Em suas correntes;
Nas cheias de amor,
Tem chagas de amor
Nas chagas ,brotam dores coloridas
Eu quero e ver abrir com seu trejeito
As Comportas do seu peito
E morrer de sedução

Abre las compuertas de tu pecho

Abre las compuertas de tu pecho
Que yo seguiré el cauce,
De este río, de este mar,
Y en el torbellino de sus olas,
Simplemente quiero ahogarme;
Me inundaré de sentimientos,
Regocijos y lamentos
Me ahogaré de pasión;
Y en las olas revueltas de tus trenzas
Soy pequeño, soy niño,
Soy lacayo y nada más;
Rodando en tus cataratas
Finalmente iré, feliz, sí,
Por haberme atrapado,
En tus corrientes;
En las crecidas de amor,
Tienen llagas de amor
En las llagas, brotan dolores coloridos
Quiero ver abrir con tu gesto
Las compuertas de tu pecho
Y morir de seducción

Escrita por: Celso Minguillin / Djalma Santos