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La maldita caña

César e Cristiano

Marvada Pinga

A minha mulher não sabe o que quer, vive a reclamar
Diz que eu dou trabai, bebo pá carai
Que pra me aguentar tem que ter paciência e muito amor no coração
E é em homenagem à ela que eu vou cantar esse refrão

Com a marvada pinga que eu me atrapaio
Eu pego no copo e já dou meu taio
Eu chego na venda e dali não saio
Ali mesmo eu bebo, ali mesmo eu caio

Com a marvada pinga que eu me atrapaio
Eu pego no copo e já dou meu taio
Eu chego na venda e dali não saio
Só pra carregar que eu dou trabaio

Ela me falou, ouça por favor, pare de beber
Mas eu respondi só largo da pinga quando morrer
Mas essa danada é muito marvada e tem dó de mim
E é por causa dela que eu canto assim

Com a marvada pinga que eu me atrapaio
Eu pego no copo e já dou meu taio
Eu chego na venda e dali não saio
Ali mesmo eu bebo, ali mesmo eu caio

Com a marvada pinga que eu me atrapaio
Eu pego no copo e já dou meu taio
Eu chego na venda e dali não saio
Só pra carregar que eu dou trabaio

La maldita caña

Mi mujer no sabe lo que quiere, siempre está quejándose
Dice que doy trabajo, bebo como un demonio
Que para aguantarme tiene que tener paciencia y mucho amor en el corazón
Y es en su honor que voy a cantar este estribillo

Con la maldita caña que me embriaga
Cojo el vaso y ya me emborracho
Llego al bar y de ahí no salgo
Ahí mismo bebo, ahí mismo caigo

Con la maldita caña que me embriaga
Cojo el vaso y ya me emborracho
Llego al bar y de ahí no salgo
Solo para trabajar es que me esfuerzo

Ella me dijo, por favor, deja de beber
Pero yo respondí que solo dejaré la caña cuando muera
Pero esta maldita es muy astuta y tiene lástima de mí
Y es por ella que canto así

Con la maldita caña que me embriaga
Cojo el vaso y ya me emborracho
Llego al bar y de ahí no salgo
Ahí mismo bebo, ahí mismo caigo

Con la maldita caña que me embriaga
Cojo el vaso y ya me emborracho
Llego al bar y de ahí no salgo
Solo para trabajar es que me esfuerzo

Escrita por: Cristiano