Trânsito Parado/ Vou Deixar (pot-pourri)
Dentro do meu carro, trânsito parado
Ela veio do meu lado e também parou
Parecia um sonho ver aquele anjo
Coisa de cinema, fenomenal
Abaixei o vidro, perguntei seu nome
Ela sorriu, quando ia me dizer
O sinal abriu, então quase entrei na contramão
Eu fiquei, não alcancei, agora eu não sei
Eu não sei seu nome nem seu telefone
Feito cena de cinema, foi um sonho e acabou
Estou na avenida, sonhando acordado
Ainda estou parado onde a gente se encontrou
Dentro do meu carro, trânsito parado
Ela veio do meu lado e também parou
Parecia um sonho ver aquele anjo
Coisa de cinema, fenomenal
Abaixei o vidro, perguntei seu nome
Ela sorriu, quando ia me dizer
O sinal abriu, então quase entrei na contramão
Eu fiquei, não alcancei (agora eu não sei)
Quem sabe?
Eu não sei seu nome nem seu telefone
Feito cena de cinema, foi um sonho e acabou
Estou na avenida, sonhando acordado
Ainda estou parado onde a gente se encontrou
Eu não sei seu nome (nem seu telefone)
(Feito cena de cinema) foi um sonho e acabou
Estou na avenida, sonhando acordado
Ainda estou parado onde a gente se encontrou
Vou deixar
A vida me levar pra onde ela quiser
Estou no meu lugar, você já sabe onde é
Não conte o tempo por nós dois, pois
A qualquer hora posso estar de volta
Depois que a noite terminar
Vou deixar
A vida me levar pra onde ela quiser
Seguir a direção de uma estrela qualquer
Não quero hora pra voltar, não
Conheço bem a solidão, me solta
E deixa a sorte me buscar, na na na
Eu já estou na sua estrada
Sozinho não enxergo nada
Mas vou ficar aqui
Até que o dia amanheça
Vou me esquecer de mim
E você se puder não me esqueça
Vou deixar
O coração bater na madrugada sem fim
Deixar o Sol te ver ajoelhada por mim, sim
Não tenho hora pra voltar, não
Eu agradeço tanto a sua escolta
Mas deixa a noite terminar
Eu já estou na sua estrada
Sozinho não enxergo nada
Mas vou ficar aqui
Até que o dia amanheça
Vou me esquecer de mim
E você, se puder, não me esqueça
Não, não
Não quero hora pra voltar, não
Conheço bem a solidão, me solta
E deixa a sorte me buscar
Não, não
Não tenho hora pra voltar, não
Eu agradeço tanto a sua escolta
Mas deixa a noite terminar
Tráfico Parado / Voy a Dejar (popurrí)
Dentro de mi carro, tráfico parado
Ella se acercó a mi lado y también se detuvo
Parecía un sueño ver a ese ángel
Cosa de cine, fenomenal
Bajé la ventana, le pregunté su nombre
Ella sonrió, cuando iba a decirme
El semáforo se abrió, casi me meto en contramano
Me quedé, no la alcancé, ahora no sé
No sé su nombre ni su teléfono
Como escena de cine, fue un sueño y se acabó
Estoy en la avenida, soñando despierto
Todavía estoy parado donde nos encontramos
Dentro de mi carro, tráfico parado
Ella se acercó a mi lado y también se detuvo
Parecía un sueño ver a ese ángel
Cosa de cine, fenomenal
Bajé la ventana, le pregunté su nombre
Ella sonrió, cuando iba a decirme
El semáforo se abrió, casi me meto en contramano
Me quedé, no la alcancé (ahora no sé)
¿Quién sabe?
No sé su nombre ni su teléfono
Como escena de cine, fue un sueño y se acabó
Estoy en la avenida, soñando despierto
Todavía estoy parado donde nos encontramos
No sé su nombre (ni su teléfono)
(Como escena de cine) fue un sueño y se acabó
Estoy en la avenida, soñando despierto
Todavía estoy parado donde nos encontramos
Voy a dejar
Que la vida me lleve a donde quiera
Estoy en mi lugar, ya sabes dónde es
No cuentes el tiempo para los dos, pues
En cualquier momento puedo estar de vuelta
Después de que la noche termine
Voy a dejar
Que la vida me lleve a donde quiera
Seguir la dirección de una estrella cualquiera
No quiero hora para volver, no
Conozco bien la soledad, suéltame
Y deja que la suerte me busque, na na na
Ya estoy en tu camino
Solo no veo nada
Pero me quedaré aquí
Hasta que amanezca el día
Voy a olvidarme de mí
Y tú, si puedes, no me olvides
Voy a dejar
Que el corazón lata en la madrugada sin fin
Dejar que el Sol te vea arrodillada por mí, sí
No tengo hora para volver, no
Agradezco tanto tu escolta
Pero deja que la noche termine
Ya estoy en tu camino
Solo no veo nada
Pero me quedaré aquí
Hasta que amanezca el día
Voy a olvidarme de mí
Y tú, si puedes, no me olvides
No, no
No quiero hora para volver, no
Conozco bien la soledad, suéltame
Y deja que la suerte me busque
No, no
No tengo hora para volver, no
Agradezco tanto tu escolta
Pero deja que la noche termine