395px

Reencarnación

Chão Vermelho

Reencarnação

Em meio a carros desgovernados
Atravessando a avenida sem ninguém perceber
Nadar em uma consciência primor
No tolerar de tantas braçadas
Torres não são nada, montanha é como água
Que se pode mergulhar
E uma ramagem de cordões vibrantes
Que se associam em milhões de milhares de vidas

E as colônias se orientam,
Mastigam dores vendo alguns no desligar
E das colônias eles tentam alcançar
Quem vem vindo de sua jornada

Te mandarei logo diz o mentor
Que chegou tua hora
Simpatize os dois sem demora
Que aquele ventre vai te lançar no meio deles
Isso ainda é o melhor portal
É o mais habitual soldador
De um sim ou não a um veiculo

Foi estremecedor antes da passagem
Vocês também vieram...

Falanges nem sempre conseguem abortar crianças no ventre,
Nem impedir missões gloriosas.
O reino de deus é como uma “dádiva”,
E você é livre pra seguir, a verdade ou a mentira.
Sei que amigos se foram, para lugares diferentes e ruins,
Pregar à decência divina, e espantar os malfeitores e as pragas do inferno.
E é bom que nenhum se perca, nem com seduções nem com bebedeiras.
E é bom que todos aprendam a perdoar
Em honra a justiça celestial em todo o reino.
Amar o próximo é como amar o próprio deus,
E a reencarnação dos mortos é um presente dele
Para que todo “ser” aprenda a respeitar sua face, onde quer que esteja.
Que a distância não seja obstáculo para ser verdadeiro,
E que todos conheçam o que é céu e o que é inferno.

Quantas vidas forem necessário senhor!
Quantas vidas forem necessário!
Não tenhas medo do que for preciso enfrentar
Temas apenas o senhor dos que vivem e dos que já morreram!
Dos que vivem e dos que já morreram.
Juntos de novo outra vez
Em pé outra vez
Não me canso de tentar
Não consigo parar

Amanheceu aqui
Não amanheceu em outro lugar
Viu-se o sol nascer daqui
Não viu nascer lá

Estamos de volta...
Temos que seguir
Não podemos resistir
Ao bem que quer existir

Caminhando sem ordem
Onde tudo parece tão bem
Mas o que vemos é a falta de coragem
De quem sabe e não quer fazer

Mas do que isso é insistir
Em não fechar os olhos
É sacudir o pó
Trazido de algum lugar

Você demora de surgir
Então surge outro em outro lugar
Não temos tempo a perder
Você não tem pra onde ir

Tambores soam com sentido ou não
Guitarras largam seus sons no amor privado
Isso tudo dar vontade de vomitar
Isso tudo é revoltante

Tire a pedra do caminho
Tire a pedra do sapato
Não pare não pare, faça pela justiça!
Não pare não pare, faça pelo amor!

Reencarnación

En medio de autos descontrolados
Cruzando la avenida sin que nadie lo note
Nadar en una conciencia primordial
Con el esfuerzo de tantas brazadas
Las torres no son nada, la montaña es como agua
En la que se puede sumergir
Y un ramaje de cuerdas vibrantes
Que se unen en millones de miles de vidas

Y las colonias se orientan,
Mastican dolores viendo a algunos desconectarse
Y desde las colonias intentan alcanzar
Aquellos que vienen de su jornada

Te enviaré pronto dice el mentor
Que ha llegado tu hora
Simpatiza con ambos sin demora
Que ese vientre te lanzará en medio de ellos
Ese sigue siendo el mejor portal
Es el soldador más común
De un sí o un no a un vehículo

Fue estremecedor antes del paso
Ustedes también vinieron...

Las falanges no siempre pueden abortar niños en el vientre,
Ni impedir misiones gloriosas.
El reino de Dios es como un 'regalo',
Y eres libre de seguir, la verdad o la mentira.
Sé que amigos se han ido, a lugares diferentes y malos,
Predicar la decencia divina, y ahuyentar a los malhechores y las plagas del infierno.
Y es bueno que ninguno se pierda, ni con seducciones ni con borracheras.
Y es bueno que todos aprendan a perdonar
En honor a la justicia celestial en todo el reino.
Amar al prójimo es como amar al propio Dios,
Y la reencarnación de los muertos es un regalo de él
Para que todo 'ser' aprenda a respetar su rostro, donde sea que esté.
Que la distancia no sea un obstáculo para ser verdadero,
Y que todos conozcan qué es el cielo y qué es el infierno.

¡Cuántas vidas sean necesarias, Señor!
¡Cuántas vidas sean necesarias!
No temas lo que debas enfrentar
Teme solo al Señor de los vivos y los muertos
De los que viven y los que ya han muerto
Juntos de nuevo otra vez
De pie otra vez
No me canso de intentar
No puedo parar

Amaneció aquí
No amaneció en otro lugar
Se vio salir el sol desde aquí
No lo vio salir allá

Estamos de vuelta...
Tenemos que seguir
No podemos resistir
Al bien que quiere existir

Caminando sin orden
Donde todo parece tan bien
Pero lo que vemos es la falta de coraje
De quien sabe y no quiere hacer

Pero más que eso es insistir
En no cerrar los ojos
Es sacudir el polvo
Traído de algún lugar

Tardas en aparecer
Entonces surge otro en otro lugar
No tenemos tiempo que perder
No tienes a dónde ir

Tambores suenan con sentido o no
Guitarras dejan sus sonidos en el amor privado
Todo esto da ganas de vomitar
Todo esto es revoltante

Quita la piedra del camino
Quita la piedra del zapato
¡No pares, no pares, hazlo por la justicia!
¡No pares, no pares, hazlo por el amor!

Escrita por: Edilson Marinho