Linear Histórico da Africanidade Meritiense
Sou meriti, valente e guerreira
Sou da praça da bandeira
Meu meriti, comunidade
(Hoje canto africanidade)
Os traços laçaram o destino
Um voo na história
Raízes, culturas de nosso lugar
Quilombo, da baixada fluminense
Vou contar, contar!
Trairaponga, de rara beleza
De trilhos, e estradas pras Minas Gerais
O índio, nativo, não se deixou catequizar
Dizendo aqui é meu chão
Aqui é meu lugar
Ôôô ouça o canto de nossos irmãos
Ôôô liberdade oh meu senhor
Ôôô bantos, congos e angola
Lamento esperança e dor
Das mãos calejadas, caminhos dourados
Começa assim a construção
Matriz ordem da realeza, princesa!
Lugar de cultivo a fé
É chegada a migração
Nordeste bem vindo ao meu chão
Axé, opo afonjá
Axé, tens força
Tens bravura governada por xangô
O mestre dos mares, orgulhosamente resistiu
E a luta dos homens com mesmo ideal
Por igualdade social
Historia Lineal de la Africanidad Meritiense
Soy de Meriti, valiente y guerrera
Soy de la plaza de la bandera
Mi Meriti, comunidad
(Hoy canto africanidad)
Los rasgos ataron el destino
Un vuelo en la historia
Raíces, culturas de nuestro lugar
Quilombo, de la baixada fluminense
Voy a contar, contar!
Trairaponga, de rara belleza
De rieles y caminos hacia Minas Gerais
El indio, nativo, no se dejó catequizar
Diciendo aquí es mi tierra
Aquí es mi lugar
Ôôô escucha el canto de nuestros hermanos
Ôôô libertad oh mi señor
Ôôô bantos, congos y angola
Lamento esperanza y dolor
De las manos callosas, caminos dorados
Así comienza la construcción
Matriz orden de la realeza, ¡princesa!
Lugar de cultivo de la fe
Ha llegado la migración
Nordeste bienvenido a mi tierra
Axé, opo afonjá
Axé, tienes fuerza
Tienes valentía gobernada por xangô
El maestro de los mares, resistió con orgullo
Y la lucha de los hombres con el mismo ideal
Por igualdad social
Escrita por: Charles Silva / Diego Nascimento