De Hoje Não Passa
Yeah, yeah, yeah!
Hoje sou eu quem 'tou com a macaca.
O tiro não pode sair p'ra culatra.
Nunca mais 'nóis' terão a faca e o queijo na mão.
Por onde passa o trem da vida há uma chegada e uma partida.
Vai levantando pó,
Deixa pouco rastro só.
Yeah, yeah, yeah!
E com meu taco eu vou jogando,
Eu vou botando fé.
Mesmo se aqui não ganhe um tostão se quer.
Nenhum faroeste cai com nego dizendo:
"É só passando por cima do meu cadáver"?
'Cê vai ver que cai!
Yeah, yeah, yeah!
Não adianta nem gritar: "É nossa vez", "agora ou nunca", tanto faz.
Esse era o empurrão que faltava,
Agora não falta mais.
Nem precisa o mundo demonstrar-se só detestavelmente mau
Se toda essa urgência nos deixar p'ra trás.
De hoje não passa mais.
Muito chão já passei p'ra chegar 'inté' aqui.
Nosso sonho agora é mandinga há cumprir.
Mas antes de enfiar o pé tem que 'tar ganho já pra si.
É só assim que fica e vai no venha o que vier.
Yeah, yeah, yeah!
Hoy no pasa
Sí, sí, sí!
Hoy soy yo quien está de mal humor.
El disparo no puede salir mal.
Nunca más tendremos la sartén por el mango.
Por donde pasa el tren de la vida hay una llegada y una partida.
Va levantando polvo,
Deja poco rastro solo.
Sí, sí, sí!
Y con mi bate sigo jugando,
Sigo teniendo fe.
Aunque aquí no gane ni un centavo siquiera.
Ningún vaquero cae con alguien diciendo:
'¿Es solo pasando por encima de mi cadáver'?
¡Vas a ver que cae!
Sí, sí, sí!
No sirve de nada gritar: 'Es nuestro turno', 'ahora o nunca', da igual.
Ese era el empujón que faltaba,
Ahora ya no falta más.
Ni hace falta que el mundo se muestre tan detestablemente malo
Si toda esta urgencia nos deja atrás.
Hoy no pasa más.
Mucho camino he recorrido para llegar hasta aquí.
Nuestro sueño ahora es una mandinga por cumplir.
Pero antes de dar el paso tiene que estar ganado ya para sí.
Es así como se queda y sigue venga lo que venga.
Sí, sí, sí!
Escrita por: Leandro Delmonico, Igor Filus