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No puedo vivir de recuerdos

Chico Rey e Paraná

Não Consigo Viver de Recordações

Pela fresta da janela
Uma luz clareia o quarto
Eu viajo nas lembranças
Diante do nosso retrato

Bons momentos de carinhos
E emoções, que já vivi
Não consigo viver de recordações
Sem ter você aqui

Ai, esta saudade que devasta o meu peito
Me veda os olhos, não me dá nem o direito
De te afagar entre meus braços
Um só instante

Ai, o que eu fiz pra você me deixar assim?
A solidão me fez chorar e descobrir
Que sem você eu já não sou
O mesmo amante

Cada canto desta casa, sem você
Está tão triste
Nossa flor que perfumava
O amanhecer, não mais existe

Nossa cama ainda está desarrumada
E o quarto escuro
Já não sei se dou um tempo ao coração
Ou te procuro

Ai, esta saudade que devasta o meu peito
Me veda os olhos, não me dá nem o direito
De te afagar entre meus braços
Um só instante

Ai, o que eu fiz pra você me deixar assim?
A solidão me fez chorar e descobrir
Que sem você eu já não sou
O mesmo amante

No puedo vivir de recuerdos

Por la rendija de la ventana
Una luz ilumina la habitación
Viajo en los recuerdos
Frente a nuestro retrato

Buenos momentos de cariño
Y emociones que ya viví
No puedo vivir de recuerdos
Sin tenerte aquí

Ay, esta añoranza que destroza mi pecho
Me nubla los ojos, no me da ni el derecho
De acariciarte entre mis brazos
Un solo instante

Ay, ¿qué hice para que me dejaras así?
La soledad me hizo llorar y descubrir
Que sin ti ya no soy
El mismo amante

Cada rincón de esta casa, sin ti
Está tan triste
Nuestra flor que perfumaba
El amanecer, ya no existe

Nuestra cama aún está desordenada
Y la habitación oscura
Ya no sé si le doy tiempo al corazón
O te busco

Ay, esta añoranza que destroza mi pecho
Me nubla los ojos, no me da ni el derecho
De acariciarte entre mis brazos
Un solo instante

Ay, ¿qué hice para que me dejaras así?
La soledad me hizo llorar y descubrir
Que sin ti ya no soy
El mismo amante

Escrita por: Fátima Leão, Wigberto Tartuce