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Teléfono de la Calle (Jamás Llamaré)

Cícero Vieira

Telefone de Rua (Jamais Telefonarei)

Eu estou telefonando de um telefone de rua
Atenda meu bem e diga se me odiar continua
Estou com duas parceiras a embriagues e a Lua
Se eu morrer desse porre meu amor a culpa é sua

Por nossa felicidade meu amor eu tudo fiz
Um castelo de carinho lhe dei mais você não quis
O tempo carrega as dores mais não leva a cicatriz
Amando sem ser amado duvido alguém ser feliz
Amando sem ser amado duvido alguém ser feliz

No meu quarto de desprezo a solidão me inflama
Seu retrato na parede seu cheiro ainda na cama
Meu coração solitário pensa em você e lhe chama
O homem não se conforma perdendo a mulher que ama
O homem não se conforma perdendo a mulher que ama

Muitas noites de insônia sem você passei
Pesando num reencontro hoje lhe telefonei
Como não fui atendido jamais telefonarei
Desculpe meu bem foi essa a última vez que liguei
Desculpe meu bem foi essa a última vez que liguei

Eu estou telefonando de um telefone de rua
Atenda meu bem e diga se a me odiar continua
Estou com duas parceiras a embriagues e a Lua
Se eu morrer desse porre meu amor a culpa é sua
Se eu morrer desse porre meu amor a culpa é sua

Por nossa felicidade meu amor eu tudo fiz
Um castelo de carinho lhe dei mais você não quis
O tempo carrega as dores mais não leva a cicatriz
Amando sem ser amado duvido alguém ser feliz
Amando sem ser amado duvido alguém ser feliz

Teléfono de la Calle (Jamás Llamaré)

Estoy llamando desde un teléfono de la calle
Contesta, cariño, y dime si sigues odiándome
Estoy con dos compañeras, la embriaguez y la Luna
Si muero de esta borrachera, el culpable será tu amor

Por nuestra felicidad, mi amor, lo di todo
Te construí un castillo de cariño, pero tú no lo quisiste
El tiempo borra los dolores, pero no lleva la cicatriz
Amar sin ser amado, dudo que alguien sea feliz
Amar sin ser amado, dudo que alguien sea feliz

En mi habitación de desprecio, la soledad me consume
Tu retrato en la pared, tu olor aún en la cama
Mi corazón solitario piensa en ti y te llama
El hombre no se conforma al perder a la mujer que ama
El hombre no se conforma al perder a la mujer que ama

Muchas noches de insomnio sin ti he pasado
Pensando en un reencuentro, hoy te llamé por teléfono
Como no contestaste, jamás volveré a llamar
Perdóname, cariño, esa fue la última vez que llamé
Perdóname, cariño, esa fue la última vez que llamé

Estoy llamando desde un teléfono de la calle
Contesta, cariño, y dime si sigues odiándome
Estoy con dos compañeras, la embriaguez y la Luna
Si muero de esta borrachera, el culpable será tu amor
Si muero de esta borrachera, el culpable será tu amor

Por nuestra felicidad, mi amor, lo di todo
Te construí un castillo de cariño, pero tú no lo quisiste
El tiempo borra los dolores, pero no lleva la cicatriz
Amar sin ser amado, dudo que alguien sea feliz
Amar sin ser amado, dudo que alguien sea feliz

Escrita por: Cícero Vieira / Marquinhos Paz