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Déjame, chico

Cida Moreira

Deixe-me Rapaz

Ah deixe-me rapaz
Lhe dizer que em mim
Tanto faz, tanto que me fez
Ser capaz de mudar
Era água com o tempo virou vinho
Um momento próprio do caminho
Advinha quem veio pra jantar
Aquela velha mania
De ficar sozinho
De mexer nas coisas e querer brincar
Acender as luzes e vê-las brilhar

Ah deixe-me rapaz
Que eu estou a fim de outros alegrais
Novas invenções, movimentos de paz
Era água com o tempo virou vinho
E que o vento mova os meus moinhos
Meninos, amanhã tem mais
Meu silêncio vale ouro
Mas meu canto é prata
Porque quando eu canto
Ouve-se o bater das latas
E o meu amor é livre
E livre é muito mais
Ah deixe-me rapaz

Déjame, chico

Ah, déjame, chico
Decirte que en mí
Me da igual, tanto como me hizo
Ser capaz de cambiar
Era agua que con el tiempo se convirtió en vino
Un momento propio del camino
Adivina quién vino a cenar
Esa vieja costumbre
De quedarse solo
De tocar las cosas y querer jugar
Encender las luces y verlas brillar

Ah, déjame, chico
Que estoy buscando otras alegrías
Nuevas invenciones, movimientos de paz
Era agua que con el tiempo se convirtió en vino
Y que el viento mueva mis molinos
Chicos, mañana habrá más
Mi silencio vale oro
Pero mi canto es plata
Porque cuando canto
Se escucha el golpear de las latas
Y mi amor es libre
Y libre es mucho más
Ah, déjame, chico

Escrita por: Renato Teixeira