395px

Crimen Organizado

Cidade Do Rap

Crime Organizado

Políticos mineiros que aparecem na planilha de contribuições ilegais da Odebrecht
É uma lista de nome de políticos de ao menos vinte e quatro partidos
Associados a valores monetários

[Negro Felix]
Core corre e dessa quem nos socorre?
Pra nos representar só têm bandido nobre
Usam terno e gravata, os poderosos eles se acham
Na política é diferente eles cumprimentam e te abraçam
Se é pobre agora tanto faz, não importa se veio da roça
Humildade é o seu nome é desse tipo que eles mais gostam
Nessa hora são todos amigos, ninguém corre perigo
Distribuem tapinha nas costas e nas redes eles postam
Depois que se elegem se escondem meu irmão
Não te conhecem mais, nem mais pegam em sua mão
Uma bagunça forma geral, uma máfia então se forma
Arrecadam propinas até se organizam em planilhas
É dinheiro na mala, vários milhões na cara dura irmão
São tão espertos que parece não ter solução
Roubam dinheiro da saúde e educação
Dos transportes e dos alimentos e acima da lei acham que estão
Depois de nos quebrar e roubar muito então
Acham que é pouco e querem as reserva irmão
Vão se aprofundo até a casa cai
O zoião cresce mas já não tem jeito mais

[Jaime Delfino, Negro Felix e Dênio]
Acordo logo cedo vejo os meus no desespero
Batendo na porta do emprego atrás de um bom dinheiro
Os poderosos eles se acham, usam terno e gravata
Na política é diferente eles cumprimentam e te abraçam
Acordo logo cedo vejo muito no desespero
Metendo as tia no ponto atrás um dinheiro
Corre corre, vê se pode?
E agora pra nos representar só tem bandido nobre

[Jaime Delfino]
Acordo logo cedo vejo os meus no desespero
Infelizmente nem todos querem uma vida de sossego
Muitos enterram a cara no pó, desses cara não tenho dó
Se entregou pro sistema óh, nas suas vidas cês deram nó
Matando, roubando, estuprando, e a fila que cês andam cortando
Falando que fulano tá desviando, e suas mães que cês andam roubando
O sistema desvia o seu olhar, tv desvia o seu olhar
Mano cê devia olha onde isso vai parar
Eu quero o ouro com o suor do meu rosto
Prezo honestidade o meu maior tesouro
O povo nada mais é que um reflexo do seu governo
E o governo nada mais é que o reflexo do seu povo
Muitos roubam um real, outros roubam um milhão
O honesto é real, é um em um milhão
Pega a visão do brasileiro mandando bordão
Ladrão que rouba ladrão não tem cem anos de perdão

[Jaime Delfino, Negro Felix e Dênio]
Acordo logo cedo vejo os meus no desespero
Batendo na porta do emprego atrás de um bom dinheiro
Os poderosos eles se acham, usam terno e gravata
Na política é diferente eles cumprimentam e te abraçam
Acordo logo cedo vejo muito no desespero
Metendo as tia no ponto atrás um dinheiro
Corre corre, vê se pode?
E agora pra nos representar só tem bandido nobre

[Dênio]
É tanto ladrão roubando a nação, é tanta corrupção
É tanta enganação, é tanto espertalhão, é tanto figurão
É tanto mensalão, é tanta humilhação
Diante da presença de uma grande multidão
O homem sem sentimento, sem calor no coração
Nas eleições candidato todo tempo
Com tapa nas costas te abraça, vai vendo!
Quando tudo acaba o volta sofrimento
O pobre é humilhado passando no veneno
Se o professor não receber, qual criança vai aprender?
Não consigo entender por quê é assim que tem que ser?
Sem escola pra ensinar, como o jovem vai estudar?
Sem emprego pra trabalhar, qual sucesso vai alcançar?
O político vai preso e fica na mansão
O pobre sem respeito, sem saúde, sem educação

[Jaime Delfino, Negro Felix e Dênio]
Acordo logo cedo vejo os meus no desespero
Batendo na porta do emprego atrás de um bom dinheiro
Os poderosos eles se acham, usam terno e gravata
Na política é diferente eles cumprimentam e te abraçam
Acordo logo cedo vejo muito no desespero
Metendo as tia no ponto atrás um dinheiro
Corre corre, vê se pode?
E agora pra nos representar só tem bandido nobre

Crimen Organizado

Políticos de Minas que aparecen en la lista de contribuciones ilegales de Odebrecht
Es una lista de nombres de políticos de al menos veinticuatro partidos
Asociados a valores monetarios

[Negro Félix]
Corre corre y ¿quién nos socorre?
Para representarnos solo tienen bandido noble
Usan traje y corbata, los poderosos se creen
En política es diferente, saludan y abrazan
Si eres pobre ahora no importa, no importa si vienes del campo
La humildad es tu nombre y es el tipo que más les gusta
En ese momento son todos amigos, nadie corre peligro
Dan palmaditas en la espalda y en las redes publican
Después de ser elegidos se esconden, hermano
Ya no te conocen, ni te toman de la mano
Un desastre en general, una mafia se forma
Recaudan sobornos e incluso se organizan en hojas de cálculo
Hay dinero en maletas, millones descaradamente, hermano
Son tan astutos que parece no haber solución
Roban dinero de la salud y la educación
Del transporte y los alimentos y creen estar por encima de la ley
Después de arruinarnos y robar mucho
Piensan que es poco y quieren las reservas, hermano
Se adentran hasta que la casa cae
El ojo grande crece pero ya no hay vuelta atrás

[Jaime Delfino, Negro Félix y Dênio]
Me levanto temprano y veo a los míos desesperados
Golpeando la puerta del trabajo en busca de dinero
Los poderosos se creen, usan traje y corbata
En política es diferente, saludan y abrazan
Me levanto temprano y veo a muchos desesperados
Poniendo las manos en el punto en busca de dinero
Corre corre, ¿puedes creerlo?
Y ahora para representarnos solo hay bandido noble

[Jaime Delfino]
Me levanto temprano y veo a los míos desesperados
Lamentablemente no todos quieren una vida tranquila
Muchos se sumergen en la droga, de esos no tengo compasión
Se entregaron al sistema, en sus vidas se enredaron
Matando, robando, violando, y la fila que cortan
Diciendo que alguien está desviando, y sus madres que roban
El sistema desvía tu mirada, la televisión desvía tu mirada
Hermano, deberías ver a dónde va esto
Quiero el oro con el sudor de mi frente
Valoro la honestidad, mi mayor tesoro
El pueblo no es más que un reflejo de su gobierno
Y el gobierno no es más que un reflejo de su pueblo
Muchos roban un real, otros roban un millón
El honesto es real, es uno en un millón
Entiende al brasileño mandando un mensaje
Ladrón que roba a ladrón no tiene cien años de perdón

[Jaime Delfino, Negro Félix y Dênio]
Me levanto temprano y veo a los míos desesperados
Golpeando la puerta del trabajo en busca de dinero
Los poderosos se creen, usan traje y corbata
En política es diferente, saludan y abrazan
Me levanto temprano y veo a muchos desesperados
Poniendo las manos en el punto en busca de dinero
Corre corre, ¿puedes creerlo?
Y ahora para representarnos solo hay bandido noble

[Dênio]
Hay tantos ladrones robando a la nación, tanta corrupción
Tanta engañanza, tanto astuto, tanto figurón
Tanto soborno, tanta humillación
Frente a una gran multitud
El hombre sin sentimientos, sin calor en el corazón
En las elecciones, candidato todo el tiempo
Te abraza con palmaditas en la espalda, ve viendo
Cuando todo termina, vuelve el sufrimiento
El pobre es humillado, envenenado
Si el profesor no recibe, ¿qué niño aprenderá?
No entiendo por qué debe ser así
Sin escuela para enseñar, ¿cómo estudiará el joven?
Sin trabajo, ¿cómo alcanzará el éxito?
El político va preso y se queda en la mansión
El pobre sin respeto, sin salud, sin educación

[Jaime Delfino, Negro Félix y Dênio]
Me levanto temprano y veo a los míos desesperados
Golpeando la puerta del trabajo en busca de dinero
Los poderosos se creen, usan traje y corbata
En política es diferente, saludan y abrazan
Me levanto temprano y veo a muchos desesperados
Poniendo las manos en el punto en busca de dinero
Corre corre, ¿puedes creerlo?
Y ahora para representarnos solo hay bandido noble

Escrita por: