395px

Nocturno (Tango)

Cidão França & Velha Trylhos

Noturno (Tango)

Eu sei que te perdi
Deixando de fazer “coisas normais”
Que a meus olhos são tão vulgares,
Não fazem sentido
E já não me servem mais...

Às vezes faço tanta coisa extranha,
Mas nem rima encontro
Para um poema verdadeiro,
E quando eu digo... Que te amo!
O teu silencio
De tâo profundo,
Eu já não tenho paz...

O teu silêncio
Quase sempre me alucina
Teus olhos tristes
São mais tristes que meus ais;
Na mata escura,
O que tortura,
Não é o silencio,
Mas o gemer dos animais...

Na mata escura,
O que tortura,
Não é o silencio,
Mas o gemer dos animais...

Nocturno (Tango)

Sé que te he perdido
Dejando de hacer 'cosas normales'
Que a mis ojos son tan vulgares,
No tienen sentido
Y ya no me sirven más...

A veces hago tantas cosas extrañas,
Pero ni siquiera encuentro rima
Para un poema verdadero,
Y cuando digo... ¡Que te amo!
Tu silencio
Tan profundo,
Ya no tengo paz...

Tu silencio
Casi siempre me alucina
Tus ojos tristes
Son más tristes que mis lamentos;
En la selva oscura,
Lo que tortura,
No es el silencio,
Sino el gemir de los animales...

En la selva oscura,
Lo que tortura,
No es el silencio,
Sino el gemir de los animales...

Escrita por: Alcides França