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Puerta del Sótano (Donnie Darko)

Cinza Como a Morte

Cellar Door (Donnie Darko)

Aqui estou eu de novo, conversando com o “homem coelho”
Tentando não enlouquecer...
Aqui estou eu de novo e o mundo acaba outra vez
As “drogas” não faze mais efeito...

Me traga uma cerveja, bota aqui na minha mesa
Me traga uma cerveja pra eu não enloquecer
Me traga aqui, me traga aqui uma cerveja
Antes que eu enlouqueça

Aqui estou eu de novo eu os “coelhos” não param de cantar"
o assassino da lua”
28 Dias é tudo o que resta para mim, se eu escolher morrer

Me traga um cigarro, deixa eu dar um trago
Me traga um cigarro pra eu não enlouquecer
Me traga aqui, deixa eu dar um trago
Antes que eu enlouqueça

Tudo se repete e eu não consigo me fazer entender
Que o universo tangente acaba de acontecer
E agora eu tenho medo do que pode acontecer
Se eu vivo, você tem que morrer

Não há mais amanhã, não há mais amanhã...
Eu não vou te deixar morrer
Oh grande coelho, me diga o que fazer
Oh grande coelho não me deixe sofrer
Não há mais amanhã, não há mais amanhã
E o mundo acaba outra vez

Puerta del Sótano (Donnie Darko)

Aquí estoy de nuevo, hablando con el 'hombre conejo'
Tratando de no enloquecer...
Aquí estoy de nuevo y el mundo se acaba otra vez
Las 'drogas' ya no hacen efecto...

Tráeme una cerveza, ponla aquí en mi mesa
Tráeme una cerveza para no enloquecer
Tráeme aquí, tráeme aquí una cerveza
Antes de que enloquezca

Aquí estoy de nuevo, los 'conejos' no dejan de cantar
'el asesino de la luna'
28 Días es todo lo que me queda, si elijo morir

Tráeme un cigarrillo, déjame darle una fumada
Tráeme un cigarrillo para no enloquecer
Tráeme aquí, déjame darle una fumada
Antes de que enloquezca

Todo se repite y no logro hacerme entender
Que el universo tangente acaba de suceder
Y ahora tengo miedo de lo que pueda pasar
Si yo vivo, tú tienes que morir

No hay más mañana, no hay más mañana...
No te dejaré morir
Oh gran conejo, dime qué hacer
Oh gran conejo, no me dejes sufrir
No hay más mañana, no hay más mañana
Y el mundo se acaba otra vez

Escrita por: Rafael Herege