Faces do Mal
Bio, biota, bioma
Quem é mesmo o comprador?
Leis, apesar de existirem
Já não chegam a contemplar
Abraçar, barrar o devastar
Quem faz parte dessa dança
Assina essa violação
Usurpa, insulta, fatura, quem pagará?
Grilo, grilagem, grileiros
Tudo em nome da ambição
Soja alimento pro mundo
Forja a boa intenção
Ração, exportação, peões
Piratas pilhando a vida
Jazidas, intoxicação
Narco, tráfico, caos social
Homem, futuro, progresso
Regresso, escravidão
Caminhos, vias, acessos
Apontam pra lugar nenhum
São sombras da dor
As faces do negro mal
Vamos pagar pra se entregar?
Ou comandar o navegar?
Caronte aguarda a toa
Na proa de sua canoa
Tudo bem, tudo ou nada além?
Tudo zen ou tudo sem?
Vamos matar por esporte
Vamos matar por prazer
Lazer, decadência, indecência
Beijo de morte a salivar
Injetar, semear, projetar
Na mente, indecente, indigente
Um breve estado de paz
Fuga, fugaz, tudo assim se desfaz
Homem, futuro, progresso
Regresso, escravidão
Caminhos, vias, acessos
Apontam pra lugar nenhum
São sombras da dor
As faces do negro mal
Vamos pagar pra se entregar?
Ou comandar o navegar?
Caronte aguarda a toa
Na proa de sua canoa
Tudo bem, tudo ou nada além?
Tudo zen ou tudo sem?
Caras del Mal
Bio, biota, bioma
¿Quién es realmente el comprador?
Las leyes, aunque existan
Ya no alcanzan a contemplar
Abrazar, detener la devastación
Quien forma parte de esta danza
Firma esta violación
Usurpa, insulta, factura, ¿quién pagará?
Grillo, grilaje, grileiros
Todo en nombre de la ambición
Soja alimento para el mundo
Forja la buena intención
Ración, exportación, peones
Piratas saqueando la vida
Yacimientos, intoxicación
Narco, tráfico, caos social
Hombre, futuro, progreso
Retroceso, esclavitud
Caminos, vías, accesos
Apuntan a ningún lugar
Son sombras del dolor
Las caras del mal negro
¿Vamos a pagar para entregarnos?
¿O comandar el navegar?
Caronte espera en vano
En la proa de su canoa
¿Todo bien, todo o nada más allá?
¿Todo zen o todo sin?
Vamos a matar por deporte
Vamos a matar por placer
Ocio, decadencia, indecencia
Beso de muerte salivando
Inyectar, sembrar, proyectar
En la mente, indecente, indigente
Un breve estado de paz
Fuga, fugaz, todo así se deshace
Hombre, futuro, progreso
Retroceso, esclavitud
Caminos, vías, accesos
Apuntan a ningún lugar
Son sombras del dolor
Las caras del mal negro
¿Vamos a pagar para entregarnos?
¿O comandar el navegar?
Caronte espera en vano
En la proa de su canoa
¿Todo bien, todo o nada más allá?
¿Todo zen o todo sin?