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Lamento de un canoero

Ciranda Paixão

Lamento de um canoeiro

O velho canoeiro, remando triste pelo rio.
Trazendo a expressão de incerteza
Em tudo que ele viu:

Da mata virgem que secou,
Nenhum nativo resistiu.
"Meu tapiri já se queimou,
Meu caniço se partiu".
E o velho canoeiro, a cada remada
Lança triste o seu cantar.
Tentando assim contar a sua história
E botar a nação para pensar.

"Olha seu moço, o meu pão é desse chão, é desse rio.
E se tudo for devastação, minha história aqui sumiu."
Amazônia...
É tão grande e tão frágil demais.
Se você não se conscientizar,
Os seus filhos é que vão lamentar.
(bis)

Baila cirandeiro, trazendo sonhos
De esperança e alegria.
E todos juntos vamos dar as mãos,
Lutar pela preservação.

Pois o caboclo é forte, valente e guerreiro,
Defende a selva, a quem aprendeu a ser amante.

Amazônia...
É tão grande e tão frágil demais.
Se você não se conscientizar,
Os seus filhos é que vão lamentar.
(bis)

Lamento de un canoero

El viejo canoero, remando triste por el río.
Trae la expresión de incertidumbre
En todo lo que él vio:

De la selva virgen que se secó,
Ningún nativo resistió.
'Mi choza ya se quemó,
Mi caña se partió'.

Y el viejo canoero, en cada remada
Lanza triste su canto.
Intentando así contar su historia
Y hacer reflexionar a la nación.

'Mira joven, mi pan es de esta tierra, es de este río.
Y si todo es devastación, mi historia aquí desapareció'.

Amazonía...
Es tan grande y tan frágil.
Si no tomas conciencia,
Tus hijos serán quienes lamenten.
(repetición)

Baila círculo, trayendo sueños
De esperanza y alegría.
Y todos juntos vamos a unirnos,
Luchar por la preservación.

Porque el lugareño es fuerte, valiente y guerrero,
Defiende la selva, a quien aprendió a amar.

Amazonía...
Es tan grande y tan frágil.
Si no tomas conciencia,
Tus hijos serán quienes lamenten.
(repetición)

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