395px

Resiliencia

Clarão

Resiliência

Estou de pé mais uma vez, sempre é preciso levantar
Perdi a conta de quantas vezes tive que me superar
Mas nada está tão longe que eu não consiga alcançar

Esse barulho por causa do silêncio confundem, conspiram, se escondem
Mesmos sistemas de sempre, a mesma vida vazia vivendo e não aprendendo
Competição inútil, pensamento fútil não acrescenta nada
Não quero que se importem
Apenas acordem! Apenas acordem!

Não adianta me lamentar, tenho mais com que me preocupar
O que já foi não vai voltar
Deixe os mortos descansarem em paz
Tanta coisa pra criar
Antes era só vontade, agora é o meu destino
Eu não consigo olhar pra trás

Contra a maré mais uma vez eu não preciso concordar
Não importa se o que eu vou dizer não é o que querem escutar
E nada me faz esquecer o que aprendi ao me afastar

Sou o que me coube ser e você não
Sou o que me coube ser e você não
Sou o que me coube ser e você não
Sou o que me coube ser e você não

E as pedras que surgem no caminho
Às vezes me servem de abrigo
E as pedras que surgem no caminho
Às vezes me servem de abrigo

Resiliencia

Estoy de pie una vez más, siempre es necesario levantarse
Perdí la cuenta de cuántas veces tuve que superarme
Pero nada está tan lejos que no pueda alcanzar

Este ruido por causa del silencio confunde, conspira, se esconde
Los mismos sistemas de siempre, la misma vida vacía viviendo y no aprendiendo
Competencia inútil, pensamiento fútil no agrega nada
No quiero que se preocupen
¡Solo despierten! ¡Solo despierten!

No sirve de nada lamentarme, tengo más en qué preocuparme
Lo que fue, no volverá
Dejen descansar en paz a los muertos
Tantas cosas por crear
Antes era solo deseo, ahora es mi destino
No puedo mirar hacia atrás

Contra la corriente una vez más, no necesito estar de acuerdo
No importa si lo que voy a decir no es lo que quieren escuchar
Y nada me hace olvidar lo que aprendí al alejarme

Soy lo que me tocó ser y tú no
Soy lo que me tocó ser y tú no
Soy lo que me tocó ser y tú no
Soy lo que me tocó ser y tú no

Y las piedras que surgen en el camino
A veces me sirven de refugio
Y las piedras que surgen en el camino
A veces me sirven de refugio

Escrita por: David Portes / Ivy Deschamps / Valter Machado