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La historia de José

Claudio Abreu

A História de José

Pare um pouco pra ouvir a história que eu vou te contar
Ela é sofrida mas final feliz terá
Por causa de sonhos eu sofri
De meus pais fizeram me afastar
Fui para o Egito como escravo trabalhar

Fui vendido pelos meus irmãos
Saí sem destino a caminhar
E Deus me guiou para a casa de Potifar
Me prontifiquei a trabalhar
E em tudo Deus me prosperou
Tive a confiança e liderança em meu favor

Mas o tempo se passou
E eu continuava a sonhar
E fui acusado da mulher de Potifar
E pra ser fiel ao meu senhor
Eu jamais pensei em lhe tocar
Perdi minhas vestes mas fugi pra não pecar

Eles me mandaram pra prisão
Sem ter o direito de explicar
Deus me acompanhou e fez do cárcere, meu lar
Deu-me o carcereiro posição
Para tudo administrar
Nossa amizade o fazia descansar

Lá o tempo se passou
E dois sonhos pude interpretar
Sonho do copeiro e do padeiro, revelar
Porém o pedido que eu fiz
Ao copeiro para se lembrar
Mas passou dois anos e eu ainda estava lá

Deus não me esqueceu lá na prisão
Fez o rei do Egito duas vezes sonhar
E cerrou os dons para ninguém interpretar
Então o copeiro se lembrou
Do que aconteceu estando lá
E com muita pressa o rei me mandou chamar

- José?
- Sim, senhor carcereiro.
- Há uma ordem expressa do rei para que se apresente no palácio.
- Um momento, senhor. Vou me trocar.
- Apressa-te, José!
- Vou fazer a barba, meu senhor.
- Por que tanta demora, José? Volte logo, porque você é muito útil para mim aqui no cárcere.
- Não, meu senhor! Eu nunca mais volto para o cárcere.

O rei me chamou e eu vou pra lá
Certamente, aqui não vou voltar
Fique com o que é meu, chame outro para te ajudar
Com certeza, alguém vai te contar
Que o meu nome Deus já assoprou
Hoje prisioneiro e amanhã, governador

La historia de José

Detente un momento para escuchar la historia que te contaré
Es dolorosa pero tendrá un final feliz
Por causa de los sueños sufrí
Mis padres me alejaron
Fui a Egipto a trabajar como esclavo

Fui vendido por mis hermanos
Salí sin rumbo a caminar
Y Dios me guió a la casa de Potifar
Me ofrecí a trabajar
Y en todo Dios me prosperó
Tuve la confianza y el liderazgo a mi favor

Pero el tiempo pasó
Y seguía soñando
Fui acusado por la mujer de Potifar
Y para ser fiel a mi señor
Jamás pensé en tocarla
Perdí mis ropas pero hui para no pecar

Me enviaron a la cárcel
Sin derecho a explicar
Dios me acompañó y convirtió la cárcel en mi hogar
Me dio al carcelero autoridad
Para administrarlo todo
Nuestra amistad le daba descanso

Allí el tiempo pasó
E interpreté dos sueños
El del copero y el del panadero, revelar
Pero el pedido que hice
Al copero para que recordara
Pero pasaron dos años y aún seguía allí

Dios no me olvidó en la cárcel
Hizo al rey de Egipto soñar dos veces
Y cerró los dones para que nadie interpretara
Entonces el copero recordó
Lo que sucedió estando allí
Y con prisa el rey me mandó llamar

- José?
- Sí, señor carcelero.
- Hay una orden expresa del rey para que se presente en el palacio.
- Un momento, señor. Voy a cambiarme.
- ¡Apúrate, José!
- Me afeitaré, mi señor.
- ¿Por qué tanta demora, José? Vuelve pronto, porque eres muy útil para mí aquí en la cárcel.
- No, señor. ¡Nunca más volveré a la cárcel!

El rey me llamó y voy para allá
Seguramente, aquí no volveré
Quédate con lo mío, llama a otro para que te ayude
Seguramente, alguien te dirá
Que mi nombre Dios ya susurró
Hoy prisionero y mañana, gobernador

Escrita por: Pr. Cláudio Abreu