Those Other Eyes - Versão em Português (Ao Vivo)
Seu pai talvez tenha sido um menino que nunca viu uma coroa
Apenas uma criança que cresceu em silêncio esperando por um sinal
Não conheceu o aconchego de braços seguros, não conheceu a canção
Teve que aprender a ser homem enquanto o tempo ainda era tão tenro
Talvez ninguém o tenha abraçado quando as sombras traziam o medo
Talvez ninguém tenha sussurrado: Tenho orgulho de você quando você precisava ouvir
Talvez, apenas talvez, tenha tido que trabalhar desde muito jovem
Sentiu a fome, sentiu o frio, uma história numa página solitária
Hoje com um coração que se tornou um pouco mais sábio
Talvez você consiga enxergá-lo com um olhar diferente
Não o pai cheio de falhas, não o homem que errou o alvo
Mas o menino que aquele corpo guardava, vivendo na escuridão
Não se trata de explicações, trata-se apenas de compreender
Quando você o vê com esse novo olhar, não há mais cobranças hoje
Apenas não há mais cobranças
Apenas não há mais cobranças
E sem saber como, um dia ele assumiu o papel de pai
Com o pouco que reuniu, jogou o jogo da vida da melhor forma possível
Embora nem sempre demonstrasse amor, ele estava lá, à sua maneira
Guardou suas feridas bem fundo, esqueceu de si mesmo, para prover
Escolhendo passar o resto de sua vida bem ali ao seu lado
Porque quando você para de julgar e agradece pelo fôlego
Pela vida que recebeu, do berço até os desafios da vida
Algo em sua alma começa a se acalmar e encontrar o equilíbrio
Uma criança que cresce pode um dia tornar-se pai e luzes se acendem
Honre o pai, cure o adulto que você se tornou
Diga à criança dentro do seu coração: Você não está mais sozinho!
Obrigado, Cláudio Fontenelle!
Você não está sozinho, agora somos só eu e você
Tudo vai ficar bem, de alguma forma
Somos só eu e você agora
Obrigado por tudo, meu pai, meu querido!
Está tudo bem, não há mais medo, está tudo bem agora
Obrigado por tudo, querido pai
Uma criança que cresce pode, um dia, tornar-se pai, está tudo bem
É, obrigado pela vida que você me deu
Obrigada, papai!
Esos Otros Ojos - Versión en Portugués (En Vivo)
Tal vez tu padre fue un niño que nunca vio una corona
Apenas un niño que creció en silencio esperando una señal
No conoció el calor de brazos seguros, no conoció la canción
Tuvo que aprender a ser hombre mientras el tiempo era tan tierno
Tal vez nadie lo abrazó cuando las sombras traían el miedo
Tal vez nadie le susurró: Estoy orgulloso de ti cuando necesitabas oírlo
Tal vez, solo tal vez, tuvo que trabajar desde muy joven
Sintió hambre, sintió frío, una historia en una página solitaria
Hoy con un corazón que se volvió un poco más sabio
Tal vez logres verlo con una mirada distinta
No el padre lleno de fallas, no el hombre que erró el tiro
Sino el niño que ese cuerpo guardaba, viviendo en la oscuridad
No se trata de explicaciones, se trata solo de comprender
Cuando lo ves con esa nueva mirada, ya no hay reclamos hoy
Solo ya no hay más reclamos
Solo ya no hay más reclamos
Y sin saber cómo, un día asumió el papel de padre
Con lo poco que reunió, jugó el juego de la vida de la mejor forma posible
Aunque no siempre demostraba amor, él estaba ahí, a su manera
Guardó sus heridas muy profundo, se olvidó de sí mismo, para proveer
Eligiendo pasar el resto de su vida justo ahí a tu lado
Porque cuando dejas de juzgar y agradeces por el aliento
Por la vida que recibiste, desde la cuna hasta los desafíos de la vida
Algo en tu alma empieza a calmarse y encontrar el equilibrio
Un niño que crece puede un día volverse padre y luces se encienden
Honra al padre, sana al adulto que te volviste
Dile al niño dentro de tu corazón: ¡Ya no estás solo!
Obrigado, Cláudio Fontenelle!
Ya no estás solo, ahora somos solo yo y tú
Todo va a estar bien, de alguna forma
Somos solo yo y tú ahora
¡Gracias por todo, mi padre, mi querido!
Está todo bien, ya no hay miedo, está todo bien ahora
Gracias por todo, querido padre
Un niño que crece puede, un día, volverse padre, está todo bien
Sí, gracias por la vida que me diste
¡Gracias, papito!
Escrita por: Claudio Fontenelle