O Ditador Me Odeia
Não se mate
Por uma nação fodida e comprada
Manipulando forma de violência
Direita militar
Sempre dependendo do nosso crime
Para isso se empoderar
Engordando a mente
Dos porcos gulosos da fé judaica
À favor da frente que controla
Toda essa destruição
Alimentando a máquina
Com audiência de televisão
Espalhando o horror
Tratando ditadura como comédia
Forjando notícias
Em um conteúdo social sem rédeas
O boneco de Deus engole tudo
Adora pão e circo
A formiga no açúcar tem overdose de mel
E quer matar
Se achando os heróis da marvel
Em seus desenhos de pop stars
Caricaturas de capitães
Com a camisa da cbf, e vírus a espalhar
Abusada por um comandado no Brasil
E daí? Foda-se a pátria
Minha boca se calou pelo sangue verde
Não sou seu pária
Foda-se os lados
Defenda somente seu interior triangular
Mais um Cristo mandando o mito
Tomar naquele lugar
Contra os quartetos
Manipuladores do ódio
O ditador me odeia
Por eu ser rebelde
Governo e mídia
Alienadas pela mesma prisão
Quem disse que estou aqui pra isso
Eu sou uma revolução
Minha meta é quebrar as correntes
Que prende o seu xamã
Libertar a manada da ilusão
Que ilude o seu amanhã
Aonde são à favor da progresso
Pela resistência da luta
Enquanto Deus assiste
Todos da gente morrerem, filho da puta
Seu Deus está morto, ele é seu governo
Eu ressuscitei antes
Não serei um réu confesso
De frente com a sua pirâmide
O palhaço e o boneco
Nunca será o dono do circo
Por isso eles querem veem
O mesmo circo pegar fogo
Não se apaga fogo com gasolina
Protestantes de cocaína
Afogados e engessados
De pó por quem quis te afundar
Por algo primitivo e passado
Em sua suástica agora eu cuspo
Não cola essas ideias
Aonde um país se vive de consumo
Os bandidos também se armam
Pela logística periférica
À favor da rebeldia escobariana
Lucradora em toda América
Aqui também
El Dictador Me Odia
No te suicides
Por una nación jodida y comprada
Manipulando formas de violencia
Derecha militar
Siempre dependiendo de nuestro crimen
Para empoderarse de esto
Engordando la mente
De los cerdos glotones de la fe judía
A favor del frente que controla
Toda esta destrucción
Alimentando la máquina
Con audiencia de televisión
Esparciendo el horror
Tratando la dictadura como comedia
Forjando noticias
En un contenido social sin riendas
El títere de Dios lo engulle todo
Adora el pan y circo
La hormiga en el azúcar tiene sobredosis de miel
Y quiere matar
Creyéndose los héroes de marvel
En sus dibujos de pop stars
Caricaturas de capitanes
Con la camiseta de la cbf, y virus esparciéndose
Abusada por un comandado en Brasil
¿Y qué? Que se joda la patria
Mi boca se calló por la sangre verde
No soy tu paria
Que se jodan los bandos
Defiende solo tu interior triangular
Otro Cristo mandando al mito
A tomar por ese lugar
Contra los cuartetos
Manipuladores del odio
El dictador me odia
Por ser rebelde
Gobierno y medios
Alienados por la misma prisión
¿Quién dijo que estoy aquí para esto?
Soy una revolución
Mi meta es romper las cadenas
Que atan a tu chamán
Liberar a la manada de la ilusión
Que engaña tu mañana
Donde están a favor del progreso
Por la resistencia de la lucha
Mientras Dios observa
Todos de la gente mueren, hijo de puta
Tu Dios está muerto, él es tu gobierno
Yo resucité antes
No seré un reo confeso
Frente a tu pirámide
El payaso y el títere
Nunca serán los dueños del circo
Por eso ellos quieren ver
El mismo circo arder
No se apaga el fuego con gasolina
Protestantes de cocaína
Ahogados y enyesados
De polvo por quien quiso hundirte
Por algo primitivo y pasado
En tu esvástica ahora escupo
No pegan esas ideas
Donde un país vive de consumo
Los bandidos también se arman
Por la logística periférica
A favor de la rebeldía escobariana
Lucrativa en toda América
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