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Dímelo

Cobbe

Me Diz

Me diz o que aconteceu?
Sinto que algo em mim morreu
E já não posso recuperar

Perdi, o dom que Deus Orpheu me deu
A lira que me banhava se corrompeu
Não sei mais como me expressar

Mas sei que em minhas costas
Nascem asas que procuram não encostar
Em nada deslumbram os meus olhos e me trazem
Desgraça
Me fazendo subir
(Um, dois, três, quatro)

Não me puxe pro inferno
E eu já nem sei se não quero ir
Não, leve aqueles à quem quero
Não, eu não posso Sucumbir

Não me puxe pro inferno
E eu já nem sei se não quero ir
Não, leve aqueles à quem quero
Não, eu não posso Sucumbir
(Eu me sinto cair)

Não sinto mais meus pés no chão
Acho que o que fiz foi em vão
E estou aqui pra abdicar

Da minha alma maculada
Do meu corpo macilento que
Esbanja tristeza em seu olhar

Não me puxe pro inferno
E eu já nem sei se não quero ir
Não, leve aqueles à quem quero
Não, eu não posso Sucumbir

Não me puxe pro inferno
E eu já nem sei se não quero ir
Não, leve aqueles à quem quero
Não, eu não posso sucumbir
(Eu me sinto cair)

Dímelo

¿Dime qué pasó?
Siento que algo en mí murió
Y no puedo recuperarlo

Perdí el regalo que Dios Orfeo me dio
La lira que me bañó se ha corrompido
Ya no sé cómo expresarme

Pero sé que a mis espaldas
Nacen alas que buscan no tocar
Nada deslumbrará mis ojos y me traerá
Desgracia
Haciéndome subir
(Uno, dos, tres, cuatro)

No me tires al infierno
Y ni siquiera sé si ya no quiero ir
No, coge los que quiero
No, no puedo sucumbir

No me tires al infierno
Y ni siquiera sé si ya no quiero ir
No, coge los que quiero
No, no puedo sucumbir
(Me siento cayendo)

Ya no puedo sentir mis pies en el suelo
Creo que lo que hice fue en vano
Y estoy aquí para abdicar

De mi alma contaminada
De mi cuerpo macilento que
Desgaste la tristeza en tu mirada

No me tires al infierno
Y ni siquiera sé si ya no quiero ir
No, coge los que quiero
No, no puedo sucumbir

No me tires al infierno
Y ni siquiera sé si ya no quiero ir
No, coge los que quiero
No, no puedo sucumbir
(Me siento cayendo)

Escrita por: Cobbe