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Y si

Cocoricó

E se

E se o meu brinquedo caísse
E se eu tentasse pegar
E se nessa hora acordasse
O monstro da palha
Querendo me assustar
E se o monstro me obrigasse
A cantar uma canção
Uma canção enfeitiçada
Mesmo se eu quisesse
Não parava de cantar
Cantar, cantar, cantar
Trálá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Se eu quisesse chamar minha mãe
A canção não me deixava
Se eu quisesse gritar
Se eu quisesse chorar
A canção não me deixava
Eu tinha que cantar, sem parar, sem parar
Trálá, lá, lá, lá
Trálá, lá, lá, lá
Trálá, lá, lá, lá
E se a minha mãe ouvisse
Eu cantando essa canção
E se ela pensasse assim
Bom, o porquinho tá cantando, então tá tudo bem... Hum, hum?
E se isso acontecesse?
Se eu ficasse enfeitiçado pelo monstro da palha?
E minha mãe não viesse me salvar?
Hein? O que eu faria?
Hein? Eu cantaria
Muito alto, muito alto e muito forte
Até ficar rouco, rouco
Completamente sem voz
Minha mãe ia pensar
Hum que silêncio vou la olhar o porquinho
E viria me salvar
Ai, ai
Ai, ai
A gente ainda é porquinho mas já sabe se virar
Ai, ai
Ai, ai
A gente ainda é porquinho mas já sabe se virar

Y si

Y si mi juguete se cayera
Y si intentara recogerlo
Y si en ese momento despertara
El monstruo de paja
Queriendo asustarme
Y si el monstruo me obligara
A cantar una canción
Una canción embrujada
Aunque quisiera
No pararía de cantar
Cantar, cantar, cantar
Trálá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Si quisiera llamar a mi mamá
La canción no me dejaba
Si quisiera gritar
Si quisiera llorar
La canción no me dejaba
Tenía que cantar, sin parar, sin parar
Trálá, lá, lá, lá
Trálá, lá, lá, lá
Trálá, lá, lá, lá
Y si mi mamá escuchara
Yo cantando esta canción
Y si ella pensara así
Bueno, el cerdito está cantando, entonces todo está bien... ¿Hum, hum?
Y si eso pasara?
¿Si me quedara embrujado por el monstruo de paja?
¿Y mi mamá no viniera a salvarme?
¿Eh? ¿Qué haría?
¿Eh? Cantaría
Muy alto, muy alto y muy fuerte
Hasta quedarme ronco, ronco
Completamente sin voz
Mi mamá pensaría
Hum, qué silencio, voy a ver al cerdito
Y vendría a salvarme
Ay, ay
Ay, ay
Todavía somos cerditos pero ya sabemos defendernos
Ay, ay
Ay, ay
Todavía somos cerditos pero ya sabemos defendernos

Escrita por: Hélio Ziskind