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Rosa Alvarinha

Comadre Fulozinha

Rosa Alvarinha

Não tenho medo de nada
Só tenho medo do nada
Rosa do esquecimento
Rosa n'água
Eu te admoesto rosa
Rosa alvarinha
Rosa branca formiguinha
Eu te admoesto rosa
A cada pedra do caminho anarriê, respira e salta

Por cada canto do mundo
Lentamente indo
Não tenho medo de nada
Só tenho medo do nada
Rosa do nada
Eu te admoesto rosa
Rosa alvarinha
Rosa branca, formiguinha
Eu te admoesto rosa
A cada pedra do caminho Anarriê, respira e salta

Eu te admoesto rosa

(* Estrofe de reza de benzedeiras do Porto, Portugal)

Rosa Alvarinha

No tengo miedo de nada
Solo tengo miedo de la nada
Rosa del olvido
Rosa en el agua
Te advierto rosa
Rosa alvarinha
Rosa blanca, hormiguita
Te advierto rosa
En cada piedra del camino, ¡arre!, respira y salta

Por cada rincón del mundo
Yendo lentamente
No tengo miedo de nada
Solo tengo miedo de la nada
Rosa de la nada
Te advierto rosa
Rosa alvarinha
Rosa blanca, hormiguita
Te advierto rosa
En cada piedra del camino, ¡arre!, respira y salta

Te advierto rosa

(* Estrofa de rezo de curanderas de Oporto, Portugal)

Escrita por: Karina Buhr