395px

Horizonte Porto

Cômodo Marfim

Porto Horizonte

Nem sempre o que tu olhas
E sentes atração
No mesmo instante vai te receber
As gotas no telhado
Em precipitação
Às vezes molham sem poder chover

É tão ruim pensar
Que eu não entendo a sua dor
É tão ruim saber
Que o que você sentiu passou pelo tempo
E não repousou por aqui

Cenas passadas que tu vê
Correndo ao teu encalço
Quem te observa nada vê, semblante em paz
Transparecendo educação

Não te condenes por viver
Recolhe as tuas horas
O temporal passou e eu te agasalhei
Sob os estrondos do trovão

Que o fogo possa assim varrer
As vespas e outras pragas
E nossa vida possa assim acontecer
Como uma doce erupção

Abre a janela pro amanhã, inspira
Molha teu rosto e rugas
As pedras soltas vão cair
E enterrá-la ao rés-do-chão

Cenas passadas que tu vê
Correndo ao teu encalço
Quem te observa nada vê, semblante em paz
Transparecendo educação

Abre a janela pro amanhã, inspira
Molha teu rosto e rugas
As pedras soltas vão cair
E enterrá-la ao rés do chão

Horizonte Porto

No siempre lo que miras
Y sientes atracción
En el mismo instante te recibirá
Las gotas en el techo
En precipitación
A veces mojan sin poder llover

Es tan malo pensar
Que no entiendo tu dolor
Es tan malo saber
Que lo que sentiste pasó por el tiempo
Y no descansó aquí

Escenas pasadas que ves
Corriendo tras de ti
Quien te observa no ve nada, semblante en paz
Transpareciendo educación

No te condenes por vivir
Recoge tus horas
La tormenta pasó y te abrigué
Bajo los estruendos del trueno

Que el fuego pueda así barrer
Las avispas y otras plagas
Y nuestra vida pueda así suceder
Como una dulce erupción

Abre la ventana hacia el mañana, inspira
Moja tu rostro y arrugas
Las piedras sueltas caerán
Y la enterrarán al ras del suelo

Escenas pasadas que ves
Corriendo tras de ti
Quien te observa no ve nada, semblante en paz
Transpareciendo educación

Abre la ventana hacia el mañana, inspira
Moja tu rostro y arrugas
Las piedras sueltas caerán
Y la enterrarán al ras del suelo

Escrita por: Lázaro Omena