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Errar de Nuevo

Concreto Armado

Errar de Novo

A cruz como um plus
Veja, veja, não veja
Aos famigerados da fome
O paraíso tem outro nome

Não se renda (não!)
Qual foi o seu crime?
A ideia de quem manda te oprime

Entre, a mente tá aberta
Propriedade dela é crime
Ideia incendeia e na cabeça passa um filme
Se vc for não vou embora antes do fim
Se vc for, não vou embora antes do fim

Eles vão errar de novo e vão pedir desculpas
Eu entendo seu jogo, sua parcela de culpa
Vento frio, brilho louco
Não derrapo em qualquer curva
Eles vão errar de novo e vão pedir desculpas

Quando um sorriso desconcentra
Tudo passa a ter sentido
Ouço o som dá sua voz
Barulho de tiro do lado do ouvido

Fecharam as ruas de ouro
Arrombaram os cofres sem nenhum refém
Eu vi minha alma perdida
Arrumando problema
Surfista de trem

Eles vão errar de novo e vão pedir desculpas
O encontro do avesso com o certo
Do piso com o teto, corda que enforca
O conto do feudo persiste
O velho homem triste que sabe sorrir

Errar de Nuevo

La cruz como un plus
Mira, mira, no mires
Para los famigerados del hambre
El paraíso tiene otro nombre

¡No te rindas (¡no!)
¿Cuál fue tu crimen?
La idea de quien manda te oprime

Entra, la mente está abierta
Su propiedad es un crimen
La idea incendia y en la cabeza pasa una película
Si te vas, no me iré antes del final
Si te vas, no me iré antes del final

Van a errar de nuevo y van a pedir disculpas
Entiendo tu juego, tu parte de culpa
Viento frío, brillo loco
No derrapo en cualquier curva
Van a errar de nuevo y van a pedir disculpas

Cuando una sonrisa desconcentra
Todo cobra sentido
Escucho el sonido de tu voz
Ruido de disparo al lado del oído

Cerraron las calles de oro
Forzaron las cajas sin ningún rehén
Vi mi alma perdida
Buscando problemas
Surfista de tren

Van a errar de nuevo y van a pedir disculpas
El encuentro del revés con lo correcto
Del suelo con el techo, cuerda que ahorca
El cuento del feudo persiste
El viejo hombre triste que sabe sonreír

Escrita por: Julio Brito