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La República del Adiós

Contingente Imigrante

A República do Adeus

A República do Adeus
O Brasil é uma república
Onde todos dizem adeus.
E muitos partem
Porque pensam que a esperança se perdeu!

Não se esqueça,
Não me perdeu.
Eu vou partir, não volto já,
Mas forte, é o que me aconteceu!

E a cada lágrima que rola,
É mais um ano que se vai.
E não sabemos do futuro,
Do que fica,
E do que cai.

E a cada lágrima que rola,
É mais um ano que se vai.
E não sabemos do futuro,
Do que fica,
E do que cai.

A esperança é temporã.
E aonde há forças pra lutar,
Se a solidão é assim tão fã?

E os seus sonhos não são os meus.
Então, por isso, eu lhe digo: adeus!
E eu também lhe disse adeus, é,
Eu também lhe disse que

O Brasil é uma república
Onde todos dizem adeus.
E muitos partem
Porque pensam que a esperança se perdeu!

Não se esqueça,
Não me perdeu.
Eu vou partir, não volto já,
Mas forte, é o que me aconteceu!

E os seus sonhos não são os meus.
Então, por isso, eu lhe digo: adeus! (2x)
E eu também lhe disse adeus, é,
Eu também lhe disse adeus!

La República del Adiós

La República del Adiós

Brasil es una república
Donde todos dicen adiós.
Y muchos se van
Porque creen que la esperanza se perdió.

No te olvides,
No me has perdido.
Me voy, no regresaré pronto,
Pero fuerte, es lo que me sucedió.

Y cada lágrima que cae,
Es otro año que se va.
Y no sabemos del futuro,
De lo que queda,
Y de lo que cae.

Y cada lágrima que cae,
Es otro año que se va.
Y no sabemos del futuro,
De lo que queda,
Y de lo que cae.

La esperanza es efímera.
Y ¿dónde hay fuerzas para luchar,
Si la soledad es tan amiga?

Y tus sueños no son los míos.
Así que, por eso, te digo: ¡adiós!
Y también te dije adiós, sí,
También te dije que

Brasil es una república
Donde todos dicen adiós.
Y muchos se van
Porque creen que la esperanza se perdió.

No te olvides,
No me has perdido.
Me voy, no regresaré pronto,
Pero fuerte, es lo que me sucedió.

Y tus sueños no son los míos.
Así que, por eso, te digo: ¡adiós! (2x)
Y también te dije adiós, sí,
También te dije adiós!

Escrita por: Fernando Birello