395px

Sonetos - XXVI (o La Limosna)

Contos de Joaquim

Sonetos - XXVI (ou A Esmola)

- Lamentavelmente, eu: Um Ébrio.
Desgraçado pelos sonhos que segui
fedegoso de urina e piriri
e dizendo: - Santo Deus, que tédio!

- Rastejando nos escombros do passado
tapurus, carniceiros: - meu almoço...
respirando o mofo desse poço
tendo apenas o meu Jesus pregado...

- Vá com Deus, coração, 'cê' foi mandado
os meus olhos lacrimejam meu destino
por eu ser um ser amaldiçoado

- É assim, meus amigos, vos confesso,
que 'esmoleio' uns pedaços de carinho
e eu ganho de grandeza mal-afetos.

Sonetos - XXVI (o La Limosna)

- Lamentablemente, yo: Un Borracho.
Desgraciado por los sueños que seguí
apestoso de orina y diarrea
y diciendo: - Santo Dios, qué aburrimiento!

- Arrastrándome entre los escombros del pasado
tapiruz, carniceros: - mi almuerzo...
respirando el moho de este pozo
teniendo solo a mi Jesús crucificado...

- Vete con Dios, corazón, fuiste enviado
mis ojos lagrimean mi destino
por ser un ser maldecido

- Así es, amigos míos, les confieso,
que 'mendigo' unos pedazos de cariño
y recibo a cambio grandezas malqueridas.

Escrita por: Ely Cabral