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Mentiras

Corcel 69

Mentiras

Nem sempre se sabe o que fazer pra perdoar alguém
limpar as velhas marcas de uma vida errada
mas nunca me ensinaram a dizer verdades
vejo as gotas de sangue manchando o tapete de maldade

Sua inveja me ergue com armas químicas
mutilando os seus brinquedos de infância
cortando os seus sonhos com lâminas afiadas
sua carne crua alimentando suas mentiras

Mentiras... mentiras não me alimentam em nada
Mentiras... mentiras não aliviam minha dor
Mentiras... mentiras não me dão amor
As suas mentiras até matam uma flor

Seu instinto te alimenta de dor
Sua alegria foi embora feito vapor
Suas fantasias revelaram suas mentiras
Sua família foi um sonho que o vento levou

Suas palavras, baby, não me dizem nada
Seu coração recheado de concreto
e amigos arrasados com suas falsas fantasias
que já servem como empréstimo de sua vida

Mentiras... mentiras não me alimentam em nada
Mentiras... mentiras não aliviam minha dor
Mentiras... mentiras não me dão amor
As suas mentiras até matam uma flor

Baby, baby, não minta mais assim.

Mentiras

No siempre se sabe qué hacer para perdonar a alguien
borrar las viejas marcas de una vida equivocada
pero nunca me enseñaron a decir verdades
veo las gotas de sangre manchando la alfombra de maldad

Tu envidia me eleva con armas químicas
desfigurando tus juguetes de la infancia
cortando tus sueños con cuchillas afiladas
tu carne cruda alimentando tus mentiras

Mentiras... mentiras no me alimentan en nada
Mentiras... mentiras no alivian mi dolor
Mentiras... mentiras no me dan amor
Tus mentiras incluso matan una flor

Tu instinto se alimenta de dolor
Tu alegría se fue como vapor
Tus fantasías revelaron tus mentiras
Tu familia fue un sueño que el viento se llevó

Tus palabras, nena, no me dicen nada
Tu corazón lleno de concreto
y amigos destrozados por tus falsas fantasías
que ya sirven como préstamo de tu vida

Mentiras... mentiras no me alimentan en nada
Mentiras... mentiras no alivian mi dolor
Mentiras... mentiras no me dan amor
Tus mentiras incluso matan una flor

Nena, nena, no mientas más así.

Escrita por: Albert Altenhofen / Tomas Romão