Guerra Fria
Às vezes eu queria tanto
Fugir de mim e voltar
E escrever num papel em branco
Todo o meu fim e o recomeço
E ter forcas pra explicar
A sorte grande de estar aqui
As vezes sou tão pequeno
Sou tão sereno, feito um furacão
Quem vai vencer essa guerra interior
Sou eu, ou você?
Você, em mim
As vezes, sou passageiro
Sou estrangeiro, sou visita em mim
Te escrevo, pois sinto a falta
Pois me falta calma, pra abster de mim
Quem vai vencer essa guerra interior
Sou eu, ou você?
Você, sem mim
Essa guerra fria dentro de mim
Congela em fogo meu sorriso
Eu só queria a paz que sempre sonhei
Que eu sempre clamei, que eu sempre busquei
As vezes, eu queria trégua
Dessas trevas, dessa guerra
Guerra Fría
A veces tanto quisiera
Escapar de mí y regresar
Y escribir en un papel en blanco
Todo mi fin y el nuevo comienzo
Y tener fuerzas para explicar
La gran suerte de estar aquí
A veces soy tan pequeño
Tan sereno, como un huracán
¿Quién ganará esta guerra interior?
¿Soy yo, o eres tú?
Tú, en mí
A veces, soy pasajero
Soy extranjero, soy visita en mí
Te escribo, pues siento la falta
Pues me falta calma, para abstenerme de mí
¿Quién ganará esta guerra interior?
¿Soy yo, o eres tú?
Tú, sin mí
Esta guerra fría dentro de mí
Congela en fuego mi sonrisa
Solo quisiera la paz que siempre soñé
Que siempre clamé, que siempre busqué
A veces, quisiera tregua
De estas tinieblas, de esta guerra
Escrita por: Ancelmo Corsan