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Triste Existencia

Craveiro e Cravinho

Pobre Vida

Reclamas que te falta meu carinho
Querendo que te julgue inocente
Não provas o que fala a meu respeito
Se um dia discutirmos frente à frente

Não pude resistir o teu ciúme
Que mágoa, que tristeza, que fracasso
À mim que sempre tive o nome honrado
Prefiro não voltar mais aos teus braços

Por isso tu pretendes castigar-me
Pisando as promessas destruídas
Talvez decidas em me ver sofrendo
Ou queres destruir minha própria vida

Não basta o que sofro por querer-te
Por que meu bem, por que tu me castiga?
Devias compreender que me ausento
Somente pra ter fim as nossas brigas

Não penses que sorrio como antes
Bem sabes que eu vivo amargurado
Porém o teu orgulho é bem mais forte
Ter este coração despedaçado

Por isso tu pretendes castigar-me
Pisando as promessas destruídas
Talvez decidas em me ver sofrendo
Ou queres destruir minha própria vida

Triste Existencia

Reclamas que te falta mi cariño
Queriendo que te juzgue inocente
No pruebas lo que dices sobre mí
Si algún día discutimos cara a cara

No pude resistir a tu celos
Qué dolor, qué tristeza, qué fracaso
Yo, que siempre tuve mi nombre honrado
Prefiero no volver a tus brazos

Por eso pretendes castigarme
Pisoteando las promesas destruidas
Tal vez decidas verme sufriendo
O quieres destruir mi propia vida

No basta con lo que sufro por amarte
¿Por qué, mi bien, por qué me castigas?
Deberías entender que me alejo
Solo para poner fin a nuestras peleas

No pienses que sonrío como antes
Sabes bien que vivo amargado
Pero tu orgullo es mucho más fuerte
Tener este corazón destrozado

Por eso pretendes castigarme
Pisoteando las promesas destruidas
Tal vez decidas verme sufriendo
O quieres destruir mi propia vida

Escrita por: Dino Franco