Àguas de Maio
Quando eu voltar "devolta", diga -se de passagem
àguas de Maio fecham o outono na margem ...
Traça o rumo da rota , o mundo na bagagem
Eu te ganhei pra não perder a viagem
Que nessa vida a gente tem
um bem que paga essa saudade
Essa mania que a gente tem
de renascer com o passar da idade
Quando te der me assalta desejos e paisagens
cores que vem cheias de amor e vaidade
Te preparo outra vida , o fruto que germina
em poucas notas , outras sonoridades
Que nessa vida a gente vem
pra viver nossa eternidade
Essa agonia que a gente tem
de não querer pela metade
Quanto mais envelheço , muito mais velho pareço
e quase empobreço a inocência de ingenuidade
Quando um sonho padece , tua mão quente me aquece
agora sei de onde vem o que fortalece
Aguas de Mayo
Cuando regrese 'de vuelta', diga de paso
Aguas de Mayo cierran el otoño en la orilla
Traza el rumbo de la ruta, el mundo en el equipaje
Te gané para no perder el viaje
Que en esta vida tenemos
un bien que paga esta añoranza
Esta manía que tenemos
de renacer con el pasar de la edad
Cuando te dé me asaltan deseos y paisajes
colores que vienen llenos de amor y vanidad
Te preparo otra vida, el fruto que germina
en pocas notas, otras sonoridades
Que en esta vida venimos
a vivir nuestra eternidad
Esta agonía que tenemos
de no querer a medias
Cuanto más envejezco, mucho más viejo parezco
y casi empobrezco la inocencia de ingenuidad
Cuando un sueño padece, tu mano cálida me calienta
ahora sé de dónde viene lo que fortalece