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Tierra Brasileña

Cristina Saraiva

Terra Brasileira

Terra brasileira
Pra quem quiser
Trilhas de bandeiras
Cheiro de café
Ouro nas bateias, vem pegar
Rios, cachoeiras, tanto mar

Terra brasileira
Canavial
Modas violeiras
Feiras, pinheiral
Moças cirandeiras, vem olhar
Mãos trabalhadeiras, sem igual

Tem capela, salvação
Tanto peixe na areia
Céu de estrela, promissão
E pra semear, tanto chão

Vilas novas
Noite amena, luz serena
Sobre o mar
Liberdade inteira, roseira tem
Tardes cor de mel, tem
Vem ficar

Terra brasileira
Paixão e fé
Velas e traineiras
Voltas de maré
Sempre lua cheia, e luar
Campos sem fronteira, vem plantar

Terra brasileira
Imperial
Mate, seringueiras
Matas, pantanal
Moças fiandeiras. cafezal
Terra hospitaleira, vem morar

Tem capela, salvação
Tanta peixe na areia
Céu de estrela, promissão
E pra semear, tanto chão

Vilas novas
Noite amena, luz serena
Sobre o mar
Liberdade inteira, roseira tem
Tardes cor de mel, tem
Vem ficar

Terra brasileira
Cobra-coral
Canto de sereia
Conto tropical
Chuva, pó, poeira, matagal
Na realidade, irreal

Tierra Brasileña

Tierra brasileña
Para quien quiera
Senderos de banderas
Olor a café
Oro en las bateas, ven a buscar
Ríos, cascadas, tanto mar

Tierra brasileña
Cañaveral
Modas de violeros
Ferias, pinar
Chicas danzantes, ven a mirar
Manos trabajadoras, sin igual

Tiene capilla, salvación
Tanto pez en la arena
Cielo estrellado, promesa
Y para sembrar, tanto suelo

Pueblos nuevos
Noche amena, luz serena
Sobre el mar
Libertad completa, rosal tiene
Tardes color miel, tiene
Ven a quedarte

Tierra brasileña
Pasión y fe
Velas y barcos pesqueros
Vueltas de marea
Siempre luna llena, y luz de luna
Campos sin frontera, ven a sembrar

Tierra brasileña
Imperial
Mate, seringales
Selvas, pantanal
Chicas hilanderas, cafetal
Tierra hospitalaria, ven a vivir

Tiene capilla, salvación
Tanto pez en la arena
Cielo estrellado, promesa
Y para sembrar, tanto suelo

Pueblos nuevos
Noche amena, luz serena
Sobre el mar
Libertad completa, rosal tiene
Tardes color miel, tiene
Ven a quedarte

Tierra brasileña
Coral serpiente
Canto de sirena
Cuento tropical
Lluvia, polvo, polvareda, maleza
En la realidad, irreal

Escrita por: Cristina Saraiva / Marcilio Figueiró