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Bobo de la Corte

CTS Kamika-Z

Bobo da Corte

Eu não sou seu bobo da corte, não
Porque foi jogar meu império no chão
Já vi imperador agindo pela emoção
E a bela da corte brincando com coração

Deusa, acorda, chega de palhaçada
Sempre presenti que tu não queria nada com nada
Perdido na imaginação no meu cavalo preto
Achando que era o Conan, gladiador do gueto

Quantos castelo caiu pra você ter sua coroa
Quantas vezes ajoelhei perante a sua pessoa
Gladiando intacto em uma guerra medieval
Se nesse mato tem cachorro a corte nunca foi real

Desculpa Majestade já é brincadeira de mau gosto
Não tem vossa excelência quando o bobo sai do jogo
Desculpa printipeza não sou cavalo que da coice
É que cansei de ser seu bobo da corte

Deusa, acorda, chega de palhaçada
Sempre presenti que tu não queria nada com nada
Perdido na imaginação no meu cavalo preto
Achando que era o Conan, gladiador do gueto

Ré
Chega uma hora que agente cansa né
Pois eu cansei
De ser
Seu bobo da corte
De ser o seu bobo da corte

Porque um tem que chorar enquanto o outro sorri
Porque que um sorri enquanto o outro chora
Nunca se esqueça que o mundo da volta
E aquele que sorriu primeiro lá na frente é o que chora

Só vem ao vosso reino vossa vontade nada
Não é ave Maria mais toda cheia de graça
Desabou o meu castelo não preciso de palácio
Tá rindo de que não comi carne de palhaço

Fazia você sorrir para a minha tristeza
Era puro mais inseguro perante a realeza
Não fui pela beleza nem pela sua coroa
Mais sai porque cansei de ser bobo perante a sua pessoa

Eu não sou seu bobo da corte, não
Porque foi jogar meu império no chão
Já vi imperador agindo pela emoção
E a bela da corte brincando com coração

Deusa, acorda, chega de palhaçada
Sempre presenti que tu não queria nada com nada
Perdido na imaginação no meu cavalo preto
Achando que era o Conan, gladiador do gueto

Bobo de la Corte

No soy tu bobo de la corte, no
Porque tiraste mi imperio al suelo
He visto emperadores actuando por emoción
Y la bella de la corte jugando con el corazón

Diosa, despierta, deja de hacer payasadas
Siempre presentí que no querías nada con nada
Perdido en la imaginación en mi caballo negro
Pensando que era Conan, gladiador del gueto

Cuántos castillos cayeron para que tengas tu corona
Cuántas veces me arrodillé ante tu persona
Gladiando intacto en una guerra medieval
Si en este lío hay perro, la corte nunca fue real

Disculpa Majestad, ya es una broma de mal gusto
No hay excelencia cuando el bobo se retira del juego
Disculpa princesa, no soy caballo que da coces
Es que me cansé de ser tu bobo de la corte

Diosa, despierta, deja de hacer payasadas
Siempre presentí que no querías nada con nada
Perdido en la imaginación en mi caballo negro
Pensando que era Conan, gladiador del gueto

Rey
Llega un momento en que uno se cansa, ¿no?
Porque yo me cansé
De ser
Tu bobo de la corte
De ser tu bobo de la corte

Porque uno tiene que llorar mientras el otro sonríe
Por qué uno sonríe mientras el otro llora
Nunca olvides que el mundo da vueltas
Y aquel que sonrió primero, al final es quien llora

Solo viene a tu reino tu voluntad nada más
No es Ave María, pero llena de gracia
Se derrumbó mi castillo, no necesito palacio
¿De qué te ríes? ¿No comí carne de payaso?

Te hacía reír ante mi tristeza
Era puro pero inseguro ante la realeza
No fue por la belleza ni por tu corona
Sino que me fui porque me cansé de ser bobo ante tu persona

No soy tu bobo de la corte, no
Porque tiraste mi imperio al suelo
He visto emperadores actuando por emoción
Y la bella de la corte jugando con el corazón

Diosa, despierta, deja de hacer payasadas
Siempre presentí que no querías nada con nada
Perdido en la imaginación en mi caballo negro
Pensando que era Conan, gladiador del gueto

Escrita por: Ananias CTS