Violência Doméstica
Eu, eu quero esquecer, o quanto eu chorei
E quanto eu sofri, por amar você
Eu quero saber, aonde eu errei, pra sofrer assim
Preciso esquecer
Preciso esquecer
Bem-me-quer, mal-me-quer no começo é sempre assim
Com o tempo se vão as pétalas que fica são os espinhos
Cupido da sedução romance laço da paixão
É rompido pelo tapa ou na bala de um oitão
Lágrimas escorrem na sequência depressão
Violência doméstica fisionomia no chão
O perfume da jasmim ladrão tá do teu lado
Violentar não vai adiantar tem que saber é dá um trato
Cadê aquela sedução aquele romantismo
Não machuca não bata (mantenha o cavalheirismo)
Cuidado com a rosa-choque com a mulher bandida
Pra te arrastar têm várias pra te amar só uma em vida
Como é bom ver o pôr-do-Sol com a sua amada de manhã
Apreciar a luz da Lua com champanhe de maçã
Sobre as ondas do mar escutar o canto das gaivotas
Sussurrar um poema no ouvido dela (é disso que mulher gosta)
Violência doméstica não concordo com esse fato
Se cair na cadeia (pelos bandido é tirado)
Viva um conto de fadas romance de ilha perdida
Mulher gosta de ser tratada tipo Ghost do outro lado da vida
Surrar espancar nada disso vai adiantar o caso
Da costela do homem veio a mulher pela mulher fomos gerados
Vagabundo também ama quem foi que disse que não
Mais bonita e bandida não vai flechar meu coração
Eu, eu quero esquecer, o quanto eu chorei
E quanto eu sofri, por amar você
Eu quero saber, aonde eu errei, pra sofrer assim
Preciso esquecer
Preciso esquecer
Bem-me-quer, mal-me-quer no começo é sempre assim
Com tempo se vão as pétalas e fica só os espinhos
Brincadeira de criança, sonho de mulher
Só quem viveu o que eu vivi sabe como é
Quantas vezes eu fui, maltratada por você
No começo tudo era lindo café na cama ao amanhecer
Éramos felizes, romance de conto de fadas
Pensava em se casar e festejar bodas de prata
Mas o tapa na cara desabou o castelo da princesa
Quantas vezes te denunciei no Maria da Penha
No outro dia tava lá, eu na cama do hospital
E você no bar bebendo se achando o maioral
Prometeu me amar, machucou meu sentimento
Como pode um homem assim se tornar tão violento
Eu pensei que seria a Julieta e você meu Romeu
O príncipe virou sapo, achava que era Deus
Eu quero esquecer o quanto eu sofri
Onde foi que eu errei pra você bater em mim
Eu te amei por ti chorei da minha face escorrem lágrimas
E você nem sequer escutou minhas palavras
Eu passava, cozinhava, pra você não tava bom
E você sempre ingrato queria tudo na mão
Cansei de sofrer, cansei de chorar
Resolvi dar um basta, e esse romance desatar
O homem que me amava é o mesmo que me bate
E que eu tanto desejava se encontra atrás das grades
Se encontra atrás das grades
Eu, eu quero esquecer, o quanto eu chorei
E quanto eu sofri, por amar você
Eu quero saber, aonde eu errei, pra sofrer assim
Preciso esquecer
Preciso esquecer
Violencia Doméstica
Yo, yo quiero olvidar, cuánto lloré
Y cuánto sufrí, por amarte a ti
Quiero saber, dónde fallé, para sufrir así
Necesito olvidar
Necesito olvidar
¿Me quiere, no me quiere al principio siempre es así
Con el tiempo se van los pétalos y quedan las espinas
Cupido de la seducción, romance lazo de la pasión
Es roto por una bofetada o una bala de un revólver
Lágrimas corren en secuencia depresión
Violencia doméstica, fisonomía en el suelo
El perfume del jazmín ladrón está a tu lado
Violentar no servirá, hay que saber darle un trato
¿Dónde está esa seducción, ese romanticismo?
No lastimes, no golpees (mantén el caballerosismo)
Cuidado con la rosa-choque con la mujer mala
Para arrastrarte hay varias, para amarte solo una en la vida
Qué bueno es ver el atardecer con tu amada por la mañana
Apreciar la luz de la Luna con champán de manzana
Sobre las olas del mar escuchar el canto de las gaviotas
Susurrarle un poema al oído (eso es lo que a las mujeres les gusta)
Violencia doméstica, no estoy de acuerdo con ese hecho
Si caes en la cárcel (por los bandidos eres sacado)
Vive un cuento de hadas, romance de isla perdida
A las mujeres les gusta ser tratadas como Ghost del otro lado de la vida
Golpear, apalear, nada de eso servirá en este caso
De la costilla del hombre vino la mujer, por la mujer fuimos generados
El vagabundo también ama, ¿quién dijo que no?
Más bonita y mala no flechará mi corazón
Yo, yo quiero olvidar, cuánto lloré
Y cuánto sufrí, por amarte a ti
Quiero saber, dónde fallé, para sufrir así
Necesito olvidar
Necesito olvidar
¿Me quiere, no me quiere al principio siempre es así
Con el tiempo se van los pétalos y quedan solo las espinas
Juego de niños, sueño de mujer
Solo quien vivió lo que yo viví sabe cómo es
Cuántas veces fui maltratada por ti
Al principio todo era hermoso, café en la cama al amanecer
Éramos felices, romance de cuento de hadas
Pensaba en casarnos y celebrar bodas de plata
Pero la bofetada en la cara derrumbó el castillo de la princesa
Cuántas veces te denuncié en la Ley Maria da Penha
Al día siguiente estaba yo en la cama del hospital
Y tú en el bar bebiendo, creyéndote el más macho
Prometiste amarme, heriste mis sentimientos
¿Cómo puede un hombre así volverse tan violento?
Pensé que sería Julieta y tú mi Romeo
El príncipe se convirtió en sapo, creyéndose Dios
Quiero olvidar cuánto sufrí
¿Dónde fallé para que me golpearas?
Te amé, lloré por ti, lágrimas caían de mi rostro
Y ni siquiera escuchaste mis palabras
Cocinaba, limpiaba, nunca era suficiente para ti
Y tú, siempre ingrato, querías todo servido en bandeja
Cansada de sufrir, cansada de llorar
Decidí poner fin a esto, romper este romance
El hombre que me amaba es el mismo que me golpeaba
Y al que tanto deseaba ahora está tras las rejas
Está tras las rejas
Yo, yo quiero olvidar, cuánto lloré
Y cuánto sufrí, por amarte a ti
Quiero saber, dónde fallé, para sufrir así
Necesito olvidar
Necesito olvidar