Duzentos e Doze
Lá na rua onde eu moro,
No 212,
Mora a mulher que eu adoro,
E quando eu passo, faz pose,
Será que ela não sabe,
Que eu sou um bom rapaz,
Ou ela quer que eu acabe,
Com a pose que ela faz ?
Olhando pela janela,
Fingindo ver o jardim,
Seus olhos dizem que ela,
Espera sempre por mim,
E eu nem me dou por achado,
E faço a minha pirraça,
Sempre bem acompanhado,
Quando por mim ela passa.
Doscientos Doce
Allá en la calle donde vivo,
En el 212,
Vive la mujer que adoro,
Y cuando paso, posa,
¿Será que no sabe,
Que soy un buen chico,
O quiere que acabe,
Con la pose que hace?
Mirando por la ventana,
Fingiendo ver el jardín,
Sus ojos dicen que ella,
Siempre espera por mí,
Y ni me doy por enterado,
Y hago mi berrinche,
Siempre bien acompañado,
Cuando ella pasa por mí.