Aporopatia (part. Marcelo Maderah)
Enquanto o nosso ar torna-se intragável aos pobres
E o cheiro de enxofre emerge lá da capital
Os deuses degladiam-se em prol de causas nobres
Usando como arena os ombros dos reles mortais
Mas o poeta jovem perdido em seus pensamentos
Desvia-se de ódios, de intriga, intransigências e
Caminha solitário numa selva de injustiça
Procurando uma maneira de mostrar a todos que humanos somos
Apague a fogueira, meu bem
Livre-se de suas armas então
Lute pelo bem comum
E não viverá em vão
Apague a fogueira, meu bem
Livre-se de suas armas então
Hey, aquele sou eu
De pé no fundo da lotação
De frente com as falhas do capital
Na sua forma mais vil
Hey, aquele sou eu
Olhando nada, pensando tudo
E vendo o mundo no seu ritmo
E eu tentando encontrar o meu
Apague a fogueira, meu bem
Livre-se de suas armas
Aporopatía (part. Marcelo Maderah)
Mientras nuestro aire se vuelve irrespirable para los pobres
Y el olor a azufre emerge desde la capital
Los dioses luchan por nobles causas
Utilizando los hombros de los simples mortales como arena
Pero el joven poeta perdido en sus pensamientos
Se aparta de los odios, las intrigas, las intransigencias
Y camina solitario en una selva de injusticia
Buscando una manera de mostrar a todos que somos humanos
Apaga la hoguera, mi amor
Despréndete de tus armas entonces
Lucha por el bien común
Y no vivirás en vano
Apaga la hoguera, mi amor
Despréndete de tus armas entonces
Hey, ese soy yo
De pie en el fondo del transporte público
Enfrentando las fallas del capital
En su forma más vil
Hey, ese soy yo
Mirando nada, pensando en todo
Y viendo el mundo a su ritmo
Mientras intento encontrar el mío
Apaga la hoguera, mi amor
Despréndete de tus armas
Escrita por: Dalla G / Marcelo Maderah