395px

El Vampiro y el Helianto

Dance Of Days

O Vampiro e o Helianto

Ei Lucien, não vá morrer
Que espero-te com os pés
Transformados em raízes
Pelo tempo em que me alimentei de lágrimas
É de orvalho, meu ópio,
Que ainda me faz esquecer da dor
De querer que tal antes
Quando hoje passo as horas feito tolo
Seguindo o curso do sol

Se amanhece,
Aqui estou a selar tua fonte
Com o beijo que marca que te protejo
E, se escurece, me falta tanto um rumo
Que me perco em memórias
De como passei, oh Lucien
A ver meus dias qual tua sombra eterna
E minhas noites qual, de teus caprichos,
Amaldiçoada viúva

Por isso me recuso a deixar-te partir assim
Feito poeira nos bancos
Quando a chuva vem e canta seu desepero
Sobre esse inferno em que, morto,
Fevereiro, se fez perecer
Não aceito Lucien,
Não me peça pra te deixar partir
Ou ao menos não me deixa aqui feito flor triste...
Não me deixa...
Não me deixa aqui se sei que não vens...
Não me deixa ao sol e sem meu vampiro...

El Vampiro y el Helianto

Eh Lucien, no te mueras
Que te espero con los pies
Transformados en raíces
Por el tiempo en que me alimenté de lágrimas
Es el rocío, mi opio,
Que aún me hace olvidar el dolor
De querer lo que fue antes
Cuando hoy paso las horas como tonto
Siguiendo el curso del sol

Si amanece,
Aquí estoy sellando tu fuente
Con el beso que marca que te protejo
Y, si oscurece, me falta tanto un rumbo
Que me pierdo en memorias
De cómo pasé, oh Lucien
A ver mis días como tu sombra eterna
Y mis noches como, de tus caprichos,
Maldita viuda

Por eso me niego a dejarte partir así
Como polvo en los bancos
Cuando la lluvia viene y canta su desespero
Sobre este infierno en el que, muerto,
Febrero, se hizo perecer
No acepto Lucien,
No me pidas que te deje ir
O al menos no me dejes aquí como flor triste...
No me dejes...
No me dejes aquí si sé que no vienes...
No me dejes al sol y sin mi vampiro...

Escrita por: