O Último Dos Carreiros (part. André & Andrade)
Com minhas juntas de boi
Eu pego o rumo da estrada
Reconheço que sou velho
Estou no fim da jornada
Soberbo vou resistindo
O transporte da pesada
Somente o implacável tempo
Vai forçar minha parada
Meu avô era carreiro
O meu pai também já foi
A herança deles carrego
No velho carro de boi
Eu vou cumprir esta sina
De uma longa geração
Embora os tempos mudaram
Mas mantenho a tradição
Meu carro já carcomido
Simboliza um passado
Os seus cocôes ragem triste
Protestam muito magoados
Do progresso que destrói
Nossa estrada carreteira
O asfalto vai apagando
Todo o encanto da poeira
Enquanto existir estrada
Que o carro possa rodar
Sou o último dos carreiros
Bravo herói a candear
Quando eu for pra eternidade
Este carro vai parar
A profissão de carreiro
Não tenho pra quem deixar
El Último de los Carreteros (parte de André & Andrade)
Con mis yuntas de buey
Tomaré el rumbo del camino
Reconozco que soy viejo
Estoy al final del viaje
Orgulloso sigo resistiendo
El transporte de lo pesado
Solo el implacable tiempo
Forzará mi parada
Mi abuelo era carretero
Mi padre también lo fue
Su legado llevo conmigo
En el viejo carro de bueyes
Cumpliré con esta herencia
De una larga generación
Aunque los tiempos hayan cambiado
Sigo manteniendo la tradición
Mi carro ya carcomido
Simboliza un pasado
Sus ruedas crujen tristes
Protestan muy dolidas
Por el progreso que destruye
Nuestro camino carretero
El asfalto va borrando
Todo el encanto del polvo
Mientras haya camino
Por donde el carro pueda rodar
Soy el último de los carreteros
Valiente héroe en la candela
Cuando parta a la eternidad
Este carro se detendrá
El oficio de carretero
No tengo a quién dejar