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Mañanas de Paz

Danni Distler

Manhãs de Paz

Não sou mais de mim.
Dou mais de mim,
pra que haja mais amor.
Pra ver flor se abrir,
ser bom demais
beijos em manhãs de paz.

Pra consentir, pra conservar a inocência.
Pra garantir que a consciência acuse
quem usa uma U.S.I para impor poder;
Quem mata por prazer;
Aos que abusam de crianças;
Quem fabrica e joga bombas por ai;
Quem em meio a guerras ri,
contando os lucros entre as lanças.

Uma ogiva nuclear acaba de ser fabricada,
É declarada a paz mundial.
Mas, se você pensar bem,
verá que ninguém retém a paz.
Ela virá... de outro lugar.

Não sou mais de mim.
Dou mais de mim,
pra que haja mais amor.
Pra ver flor se abrir,
ser bom demais
beijos em manhãs de paz.

Pra consentir, pra conservar a inocência.
Pra garantir que a consciência acuse
lideranças, governantes de nações
quem usa de jargões, pra manipular pessoas;
Quem deturpa crenças para enriquecer;
Quem deixa o amor morrer;
Quem vende a violência como se fosse uma coisa boa.
um mal necessário pra defender interesses mundiais.
Mas, se você pensar bem,
verá que ninguém retém a paz.
Ela virá... de outro lugar.

De onde virá a paz real,
Se não houver amor em nós?
É tempo de pensar.

Não sou mais de mim.
Dou mais de mim,
pra que haja mais amor.
Pra ver flor se abrir,
ser bom demais
beijos em manhãs de paz.

Pra consentir, pra conservar a inocência.
Pra garantir que a consciência acuse
quem usa uma U.S.I para impor poder;
Quem mata por prazer;
Aos que abusam de crianças;
Quem fabrica e joga bombas por ai;
Quem em meio a guerras ri,
contando os lucros entre as lanças.

Uma ogiva nuclear acaba de ser fabricada,
É declarada a paz mundial.
Mas, se você pensar bem,
verá que ninguém retém a paz.
Ela virá... de outro lugar.

Não sou mais de mim.
Dou mais de mim,
pra que haja mais amor.
Pra ver flor se abrir,
ser bom demais
beijos em manhãs de paz.

Mañanas de Paz

Ya no soy de mí.
Doy más de mí,
para que haya más amor.
Para ver flores abrirse,
ser demasiado bueno
besos en mañanas de paz.

Para consentir, para conservar la inocencia.
Para asegurar que la conciencia acuse
a quienes usan una U.S.I para imponer poder;
a quienes matan por placer;
a quienes abusan de niños;
a quienes fabrican y lanzan bombas por ahí;
a quienes en medio de guerras se ríen,
contando las ganancias entre las lanzas.

Una ojiva nuclear acaba de ser fabricada,
se declara la paz mundial.
Pero, si lo piensas bien,
verás que nadie retiene la paz.
Vendrá... de otro lugar.

Ya no soy de mí.
Doy más de mí,
para que haya más amor.
Para ver flores abrirse,
ser demasiado bueno
besos en mañanas de paz.

Para consentir, para conservar la inocencia.
Para asegurar que la conciencia acuse
a líderes, gobernantes de naciones
que usan jergas para manipular personas;
que tergiversan creencias para enriquecerse;
que dejan morir el amor;
que venden la violencia como si fuera algo bueno,
un mal necesario para defender intereses mundiales.
Pero, si lo piensas bien,
verás que nadie retiene la paz.
Vendrá... de otro lugar.

¿De dónde vendrá la paz real,
si no hay amor en nosotros?
Es tiempo de reflexionar.

Ya no soy de mí.
Doy más de mí,
para que haya más amor.
Para ver flores abrirse,
ser demasiado bueno
besos en mañanas de paz.

Para consentir, para conservar la inocencia.
Para asegurar que la conciencia acuse
a quienes usan una U.S.I para imponer poder;
a quienes matan por placer;
a quienes abusan de niños;
a quienes fabrican y lanzan bombas por ahí;
a quienes en medio de guerras se ríen,
contando las ganancias entre las lanzas.

Una ojiva nuclear acaba de ser fabricada,
se declara la paz mundial.
Pero, si lo piensas bien,
verás que nadie retiene la paz.
Vendrá... de otro lugar.

Ya no soy de mí.
Doy más de mí,
para que haya más amor.
Para ver flores abrirse,
ser demasiado bueno
besos en mañanas de paz.