Balada de Roça Nova
Curitiba, Pinhais, Piraquara
O progresso não para
Eu quero cantar
Roça Nova dos primeiros morros
Que escondem os tesouros
Da Serra do Mar
Roça Nova, que saudade
Dos tempos que ficam pra trás
Que saudade Roça Nova
Porque os tempos não voltam jamais
Estribilho
Vem chegando o trem fumacento
Ele é tão barulhento que treme a estação
Olha o túnel faminto, engolindo
O trem vai sumindo na escuridão
Estriblho
Lá no alto a pedreira explodindo
As rochas caindo rolando no chão
Lá em baixo britador mascando
As rochas quebrando enchendo o vagão
Estribilho
Na escola a tiazinha bonita
Ensina a escrita no quadro de giz
Na carteira vestida de chita
A menina se agita
Já sabe o que diz
Estribilho
Lá no morro na igreja pequena
Tem reza e novena
E até procissão
E na festa tem dança que aquece
E o povo agradece
Ao meu São João
Balada de Roça Nova
Curitiba, Pinhais, Piraquara
El progreso no se detiene
Quiero cantar
Roça Nova de los primeros cerros
Que esconden los tesoros
De la Serra do Mar
Roça Nova, qué nostalgia
De los tiempos que quedan atrás
Qué nostalgia Roça Nova
Porque los tiempos no vuelven jamás
Estribillo
Viene llegando el tren humeante
Es tan ruidoso que hace temblar la estación
Mira el túnel hambriento, devorando
El tren se va desvaneciendo en la oscuridad
Estribillo
En lo alto la cantera explotando
Las rocas cayendo rodando en el suelo
Abajo la trituradora masticando
Las rocas rompiendo llenando el vagón
Estribillo
En la escuela la maestra bonita
Enseña a escribir en el pizarrón de tiza
En el pupitre vestida de chita
La niña se agita
Ya sabe lo que dice
Estribillo
En el cerro en la iglesia pequeña
Hay rezos y novenas
E incluso procesiones
Y en la fiesta hay baile que calienta
Y la gente agradece
A mi San Juan