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Acto V.I -

Darkside Of Innocence

Act V.I -

Ansiais, talvez por escassez, mi'a é liberdade
Essa que sendo reles, macabra a divindade
Vos negai, sequer em dor, iníqua existência
Tão e sombria, porem acolhedora, senhora "Demência"

Atrevei-vos, Oh, "Rainha", por entre moribundos
Sobre um tão decaído mundo de meros mortais
Oh sim… de meros mortais…
Devorai-lhe a carne, condenada por ancestrais

Mensageiro, oh vindouro de desgraças
Seus Antebraços envoltos em esbeltas asas desfiguradas
Subtis os sussurros maliciosos, invocando o senhor dos horrores
Vestindo em nós as trevas, laivos esses tão ensurdecedores

Ajoelhai-vos perante Dom Inferno
Ave Perdição
(Jaz dormente a mente, herege
Vossa Salvação)

Língua essa, que me serpenteai oh demo
Tão engendrada, enganadora
Sobre sangue outrora puro, inocência encantadora
Aliciais assim, vil diabo
Ingénuo e caótico, teu hoje, Anjo negro do pecado"

"Desliza mão vostra (m'ia), possessa d'alma ainda que cruel quão delicada
Ao percorrer ténue, a infinda pele, por vós não amada
Impulso dócil, um olho pela não transparência…
Apoderais-te de mim (apoderar-me de ti), com tamanha insolência"

Impludais-me de um só e apenas desejo
O de te ter em mim (anseio)
Talvez por preencher odiosa a alma, carne seminua
Devorar satisfação, horrivelmente tão nossa e crua"

Acto V.I -

Ansías, quizás por escasez, mi propia libertad
Esta que siendo insignificante, macabra divinidad
Vosotros negáis, ni siquiera en dolor, inicua existencia
Tan oscura y sombría, pero acogedora, señora 'Demencia'

Atreveos, Oh, 'Reina', entre los moribundos
Sobre un mundo tan decadente de simples mortales
Oh sí... de simples mortales...
Devorad su carne, condenada por ancestros

Mensajero, oh portador de desgracias
Sus antebrazos envueltos en esbeltas alas desfiguradas
Sutiles los susurros maliciosos, invocando al señor de los horrores
Vistiendo en nosotros las tinieblas, trazos tan ensordecedores

Arrodillaos ante el Señor Infierno
Ave Perdición
(Duerme la mente, hereje
Vuestra Salvación)

Lengua esa, que me serpenteáis oh demonio
Tan engañosa, engañadora
Sobre sangre una vez pura, inocencia encantadora
Atraéis así, vil diablo
Ingenuo y caótico, tu hoy, Ángel negro del pecado

'Desliza tu mano (mía), poseída de alma aún cruel aunque delicada
Al recorrer delicadamente la piel infinita, por ti no amada
Impulso dócil, un ojo por la no transparencia...
Te apoderas de mí (apoderarme de ti), con tanta insolencia'

Impúdame con un solo y único deseo
El de tenerte en mí (anhelo)
Quizás para llenar odiosa el alma, carne semidesnuda
Devorar satisfacción, horriblemente tan nuestra y cruda

Escrita por: André Reis / Pedro Remiz