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Si alguna vez voy a ser yo mismo

David Vieira Asevedo

Se Algum Dia Vou Ser Eu Mesmo

Às vezes temo em fechar os meus olhos
Talvez quem sabe eu fique aqui contigo
Más não sei qual é a máscara que vou usar
Deveria simplesmente ser a verdadeira
E não esta que acabei de inventar
Só pra esconder o que eu queria demonstrar
Más não se sabe o que estou sentindo agora
E tudo novamente vai e volta lá fora
E quando vejo já está no fim do dia
E eu não sabia para onde isso iria
Diante disso tudo acho que nunca mais
Mas não existe liberdade pra ficar sozinho em paz
Muita coisa me acompanha e vem comigo
E as vezes me libera ou me deixa no castigo
Tudo que aconteceu já estava escrito
Só a parte que não li que eu achei esquisito

Se algum dia eu vou ser eu mesmo
Se algum dia eu vou ser eu mesmo
Se algum dia eu vou ser eu mesmo
Se algum dia eu vou ser eu mesmo

Se o nada nunca é tão perfeito
Será que quase tudo aqui tem defeito
Onde está o tal do nada nisso tudo não vi
E se forem procurar, aviso logo, desisti
Você sabe o que não sei e até do que sei
E insiste em questionar, que resposta te darei
Se preciso passar por isso o ano inteiro
Se quer se dar bem aqui de janeiro a janeiro
Então esqueça e comece a escrever a vida
Com a sua opinião ou minha ideia dividida
Se quer me entender de fato está tudo certo
Não precisa pedir que já faço jogo aberto
O que não quero para mim, não quero para ninguém
E as energias negativas já mandei para o além
Sou assim, você sabe tudo o que eu sei
E insiste em questionar, onde foi que eu parei

Se algum dia eu vou ser eu mesmo
Se algum dia eu vou ser eu mesmo
Se algum dia eu vou ser eu mesmo
Se algum dia eu vou ser eu mesmo

Si alguna vez voy a ser yo mismo

A veces temo cerrar los ojos
Tal vez me quede aquí contigo
Pero no sé qué máscara voy a usar
Simplemente debería ser el verdadero
Y no la que acabo de inventar
Sólo para ocultar lo que quería mostrar
Pero no sabes lo que siento ahora mismo
Y de nuevo va y viene por ahí
Y cuando lo veo, es el final del día
Y no sabía a dónde iría eso
Frente a todo esto, no creo que lo vuelva a hacer
Pero no hay libertad para estar solo en paz
Mucho va conmigo y viene conmigo
Y a veces me sueltan o me dejan en detención
Todo lo que pasó ya estaba escrito
Sólo la parte que no leí que pensé que era rara

Si alguna vez voy a ser yo mismo
Si alguna vez voy a ser yo mismo
Si alguna vez voy a ser yo mismo
Si alguna vez voy a ser yo mismo

Si nada es tan perfecto
¿Está casi todo defectuoso aquí?
¿Dónde está esta nada en todo esto que no he visto?
Y si vas a buscar, te lo haré saber, me he rendido
Sabes lo que no sé e incluso lo que sé
Y tú insistes en interrogarte, ¿qué respuesta te daré?
Si necesito pasar por esto todo el año
Si quiere llevarse bien aquí de enero a enero
Así que olvídalo y empieza a escribir la vida
Con tu opinión o mi idea dividida
Si realmente quieres entenderme, está bien
No tienes que pedirme que ya juegue al juego abierto
Lo que no quiero para mí, no quiero para nadie
Y las energías negativas ya han enviado a la otra vida
Soy así, sabes todo lo que sé
Y usted insiste en interrogar, ¿dónde lo dejé?

Si alguna vez voy a ser yo mismo
Si alguna vez voy a ser yo mismo
Si alguna vez voy a ser yo mismo
Si alguna vez voy a ser yo mismo

Escrita por: DAVID VIEIRA