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Cléo

Davison Nazaré

Cléo

Cléo! Guardiã da mina e da praça
Cléo! Dela ninguém rouba a graça
Cléo! Guardiã da mina e da praça
Cléo! Dela ninguém rouba a graça

Cléo um dia disse
Diga não a essa tolice
Diga a fera da sandice
Que meu olho é um reino ácido

Cléo se rebelou
Contra um sistema frouxo e fraco
Sabotou as zonas públicas
E assustou o tolo apático

Cléo se empoderou
Armou seu Black Power
Retratou sua alma nua
E revelou-se a feminarte

Cléo se enfeitiçou
Com o poder do som no máximo
Ignorou todos os ritmos
Feriu todo os compassos

Cléo não pensou muito
Correu logo a passo rápido
Consumiu todos os símbolos
Feriu todos os compassos

Cléo se eternizou
Na mente do comparsa
Que respeitou o seu delírio
E curtiu a sua graça!

E curtiu a sua graça
E curtiu a sua graça
E curtiu a sua graça
E curtiu a sua graça

Cléo

Cléo! Guardiana de la mina y la plaza
Cléo! De ella nadie roba la gracia
Cléo! Guardiana de la mina y la plaza
Cléo! De ella nadie roba la gracia

Cléo un día dijo
Di no a esta tontería
Di a la bestia de la locura
Que mi ojo es un reino ácido

Cléo se rebeló
Contra un sistema débil y frágil
Saboteó las zonas públicas
Y asustó al tonto apático

Cléo se empoderó
Armó su Black Power
Retrató su alma desnuda
Y se reveló como feminarte

Cléo se hechizó
Con el poder del sonido al máximo
Ignoró todos los ritmos
Hirió todos los compases

Cléo no pensó mucho
Corrió rápidamente
Consumió todos los símbolos
Hirió todos los compases

Cléo se eternizó
En la mente del compinche
Que respetó su delirio
¡Y disfrutó de su gracia!

Y disfrutó de su gracia
Y disfrutó de su gracia
Y disfrutó de su gracia
Y disfrutó de su gracia

Escrita por: Davison Nazaré