Ombro dos Gigantes
O livro que você me deu
Veio rasgado e pela metade
A história que você prometeu
Esta inchada de meias verdades
Agora eu sei o que você sempre quis
Ficar sentado e bem a vontade
Na insegurança de um povo infeliz
Brota o desejo de dignidade
Então vai
E deixa o seus passos pra trás
Que o dia nasce grande
E você acaba em paz
Então vai
E não se esqueça mais
Nos ombros dos gigantes
Encontramos nosso cais
A saúde nas mãos de Deus
Porque o sus não tem piedade
As escolas sem lucidez
Ser professor virou caridade (dinheiro)
A soma da conta me resta
Quem fez a dilma não me interessa (não presta)
Ainda querem acabar com a maldade
Cadê a escola na sociedade
As crianças perdem os rostos
Os nossos livros jogados no esgoto
É tão mais fácil controlar
Quando a ignorância paira no ar
Hombros de Gigantes
El libro que me diste
Llegó roto y a medias
La historia que prometiste
Está hinchada de medias verdades
Ahora sé lo que siempre quisiste
Sentarte cómodamente
En la inseguridad de un pueblo infeliz
Surge el deseo de dignidad
Así que ve
Y deja tus pasos atrás
Que el día amanece grande
Y terminas en paz
Así que ve
Y no olvides más
En los hombros de gigantes
Encontramos nuestro puerto
La salud en manos de Dios
Porque el sistema de salud no tiene piedad
Las escuelas sin lucidez
Ser maestro se convirtió en caridad (dinero)
La suma en la cuenta me queda
Quién hizo a Dilma no me interesa (no sirve)
Aún quieren acabar con la maldad
¿Dónde está la escuela en la sociedad?
Los niños pierden sus rostros
Nuestros libros tirados en el desagüe
Es más fácil controlar
Cuando la ignorancia se cierne en el aire
Escrita por: Fernando Cescon