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Ciudad del Ruido

Demônios da Garoa

Cidade do Barulho

Cidade do Barulho
>> Demônios da Garoa
É pé, pé, pé pra cá
Burum bum bum prá lá
Nessa cidade não se pode mais dormir nem cochilar
Foró fom fom prá cá
Burum bum bum prá lá
A noite passa nesse tá tará tá tá prá lá e prá cá
De madrugada então começa a confusão
E o meu vizinho tem um big cachorrão
E vem
E vem um gato lá por cima do telhado
Loucamente apaixonado no miau, miau, miau
E vem depois o velho rei do galinheiro
Que do alto do poleiro também faz o seu berreirp

Mas quando rompe o novo dia, que agonia
O maldito telefone já começa a tilitar
Na minha rua, pobrezinha, disfarçada
A molecada põe a bola pra chutar
Bola prá cá, bola prá lá, vibra o partido
Gritaria, nome feio de fazer arrepiar
E vem à tarde o senhorio pra avisar que é fim de mês
E atrás dele o tintureiro, o japonês
Está tudo azuro, sim senhoro, bonitinho
Mas o terno branco agora é azul-marinho

Ciudad del Ruido

Ciudad del Ruido
>> Demonios de la Lluvia

Es pie, pie, pie por acá
Burum bum bum para allá
En esta ciudad ya no se puede dormir ni echar una siesta
Foró fom fom por acá
Burum bum bum para allá
La noche pasa en este ta tará tá tá para allá y para acá
Y en la madrugada comienza la confusión
Y mi vecino tiene un gran perro
Y viene
Viene un gato por encima del tejado
Locamente enamorado maullando, maullando, maullando
Y luego viene el viejo rey del gallinero
Que desde lo alto del palomar también hace su alboroto

Pero cuando rompe el nuevo día, qué agonía
El maldito teléfono comienza a sonar
En mi calle, pobrecita, disfrazada
Los niños ponen la pelota para chutar
Pelota para acá, pelota para allá, vibra el partido
Griterío, palabras feas que ponen los pelos de punta
Y por la tarde el casero viene a avisar que es fin de mes
Y detrás de él, el tintorero, el japonés
Todo está azul, sí señor, bonito
Pero el traje blanco ahora es azul marino

Escrita por: Sereno / Homero Nicolini