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Tierra Santa

Depois Dos Anjos

Terra Santa

Deixe de medo que tédio todo mundo viu,
Seus olhos em suplício pedindo abrigo,
Nossos direitos não temos, sem liberdade,
Foram roubados, queimados, furtados, furtados,
Por quem? por quê? ô, ô, ô, ô

Dance me encante, me encare todo o momento,
Finais de semana e feriados também,
Tantos barracos deixados, desabrigados,
Não diga, não diga nada, nada, a ninguém.

Somos todos homens loucos,
Em uma terra de selvagens,
Não corremos e nem lutamos,
Nos escondemos nessa terra santa.

Não me pergunte não grite,
Eu tento falar não consigo,
O corpo cansado resiste, mais um desafio.
Corra não morra, não brigue à toa,
Fique comigo se não cometo um delito, ô, ô, ô, ô
Vou ser o teu abrigo, ô, ô, ô, ô,ô,ô...

Quantos mais os homens tiveram,
Mais desejo de sangue surgiu.
Quanto mais a fome governa,
Muitos jovens vivendo em celas.

Muitos tiram e dão as costas,
Outros mendigam procurando respostas,
Falsos políticos, falsas palavras,
Cadê a cura? cadê a resposta?

Deixe de medo que tédio todo mundo viu,
Seus olhos em suplício me pedindo abrigo,
Nossos direitos não temos, sem liberdade,
Foram roubados, queimados, furtados, furtados,
Por quem? (solo)

Não me pergunte não grite,
Tento falar não consigo,
O corpo cansado resiste, mais um desafio.
Corra não morra, não brigue à toa,
Fique comigo se não cometo um delito. ôô,ôô, ôô.
Vou ser o teu abrigo. ôô,ôô, ôô.

E somos todos homens loucos,
Em uma terra de selvagens,
Não corremos e nem lutamos,
Nos escondemos nessa terra santa.

E fomos todos, enganados, humilhados, desempregados,
Somos índios, também escravos,
E já não temos nossa terra santa.

Tierra Santa

Deja el miedo que el aburrimiento todos vieron,
Tus ojos en tormento pidiendo refugio,
No tenemos derechos, sin libertad,
Fueron robados, quemados, hurtados, hurtados,
¿Por quién? ¿por qué? oh, oh, oh, oh

Baila, encántame, mírame en todo momento,
Fines de semana y también feriados,
Tantos ranchos abandonados, desalojados,
No digas, no digas nada, nada, a nadie.

Todos somos hombres locos,
En una tierra de salvajes,
No corremos ni luchamos,
Nos escondemos en esta tierra santa.

No preguntes, no grites,
Intento hablar y no puedo,
El cuerpo cansado resiste, otro desafío más.
Corre, no mueras, no pelees en vano,
Quédate conmigo si no cometo un delito, oh, oh, oh, oh
Seré tu refugio, oh, oh, oh, oh, oh, oh...

Cuanto más los hombres tuvieron,
Más deseo de sangre surgió.
Cuanto más el hambre gobierna,
Muchos jóvenes viviendo en celdas.

Muchos dan la espalda y se van,
Otros mendigan buscando respuestas,
Falsos políticos, falsas palabras,
¿Dónde está la cura? ¿dónde está la respuesta?

Deja el miedo que el aburrimiento todos vieron,
Tus ojos en tormento pidiéndome refugio,
No tenemos derechos, sin libertad,
Fueron robados, quemados, hurtados, hurtados,
¿Por quién? (solo)

No preguntes, no grites,
Intento hablar y no puedo,
El cuerpo cansado resiste, otro desafío más.
Corre, no mueras, no pelees en vano,
Quédate conmigo si no cometo un delito. oh, oh, oh, oh.
Seré tu refugio. oh, oh, oh, oh.

Y todos somos hombres locos,
En una tierra de salvajes,
No corremos ni luchamos,
Nos escondemos en esta tierra santa.

Y fuimos todos, engañados, humillados, desempleados,
Somos indios, también esclavos,
Y ya no tenemos nuestra tierra santa.

Escrita por: Marcelo Ferraz