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Oda a la Muerte

Desgraça Maldita

Ode À Morte

Eu sou a morte
Que te assusta, te faz perplexo
Sou temível, sou forte
E nunca hei de hesitar

Sou o mal irremediável
A dor eternamente incessante
Uma desgraça sem volta
Um silêncio agonizante

Eu sou a morte

Me exerço de várias formas
De banais a brutais
Sou meu melhor esporte
E tu és o meu fantoche

Viva sem pressa
Ou se apegue com a sorte
Pois tu tens toda a vida
Para conhecer a morte

Permito um novo nascer
E termino algum sofrer
Mantendo o equilíbrio
Quem merece ficar, eu decido

Céu e inferno ficaram para trás
Fé e crenças não me atingem
Sou meu próprio Deus, por excelência
O segredo dessa vida, a verdade absoluta

E tu, que ainda pensas em ser, ter e estar
Se contentas, tua vida parece que não vai voltar
Nunca mais

Oda a la Muerte

Yo soy la muerte
Que te asusta, te deja perplejo
Soy temible, soy fuerte
Y nunca vacilaré

Soy el mal irremediable
El dolor eternamente incesante
Una desgracia sin retorno
Un silencio agonizante

Yo soy la muerte

Me manifiesto de varias formas
De lo banal a lo brutal
Soy mi mejor entretenimiento
Y tú eres mi títere

Vive sin prisa
O aférrate a la suerte
Pues tienes toda la vida
Para conocer a la muerte

Permito un nuevo nacer
Y termino algún sufrir
Manteniendo el equilibrio
Quien merece quedarse, yo decido

Cielo e infierno quedaron atrás
Fe y creencias no me afectan
Soy mi propio Dios, por excelencia
El secreto de esta vida, la verdad absoluta

Y tú, que aún piensas en ser, tener y estar
Si te conformas, tu vida parece que no volverá
Nunca más

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