Flores do Mal
Blue moon, tantas ruas desertas
E o mundo ainda está aqui
Luas azuis, flores do mal
E o mundo continua aqui
São lágrimas de chuva
Nesses olhos loucos
E a vida não é mais igual
Eu choro no deserto dos amores poucos
Não nego que eu estou tão mal
Eu sei que tantas flores
Nascem nos jardins
A cada instante as flores
Nascem em meu jardim
Não quero que você me esqueça, não
Eu sempre mando um sinal
Me chama antes que escureça ah!
Eu sempre chego no final
Raras paixões, armadilhas de vênus
E a vida ainda está aqui
Eu leio ezra pound, como bebo veneno
E a vida continua aqui
Eu sei que nuvens negras
Vêm detrás dos montes
Tentando te esconder de mim
Te vejo nas estrelas no clarão das noites
E eu quero tudo até o fim
Flores del Mal
Luces azules, tantas calles desiertas
Y el mundo todavía está aquí
Luces azules, flores del mal
Y el mundo sigue aquí
Son lágrimas de lluvia
En esos ojos locos
Y la vida ya no es la misma
Lloro en el desierto de amores escasos
No niego que estoy tan mal
Sé que tantas flores
Nacen en los jardines
En cada instante las flores
Nacen en mi jardín
No quiero que me olvides, no
Siempre envío una señal
Llámame antes de que oscurezca ¡ah!
Siempre llego al final
Raras pasiones, trampas de Venus
Y la vida todavía está aquí
Leo a Ezra Pound, como bebo veneno
Y la vida sigue aquí
Sé que nubes negras
Vienen detrás de las montañas
Intentando esconderte de mí
Te veo en las estrellas en el resplandor de las noches
Y quiero todo hasta el final
Escrita por: Dianna Pequeno / Ney Marques