395px

Memoria de Elefante

Diego 157

Memória de Elefante

Voltamos!
Programação normal então vamos
Recontar os danos de anos
Apontar profanos e tiranos
Temos memória de elefante e recordamos
Então não há de haver engano
Lembramos! Dizem e diziam que ser branco é puritano
Pintaram Jesus com olhos azuis um fulano caucasiano
Não é possível, mano. Esses racistinhas tão se achando
Pra início de conversa, chupa essa
A humanidade vem de berço africano
É a ciência que tá falando
E as outras religiões com seus bobalhões vem nos demonizando
A igreja e o velho plano
Financiar e escravizar, revejam quem são os demônios
Tá na história não tô inventando
Então convenhamos que o acontecido não momentâneo
É a prática sádica de levianos

Memória de elefante, sempre lembra do antes
Ante quem é e foi farsante
Histórias, registros e escritos
Memória de elefante, sempre lembra do antes
Ante quem é e foi farsante
Não é conto nem fábula, lenda ou mito

Pra resgatar tudo aquilo que perdi e perdemos
Reescrever as mentiras dos livros que lemos
Quer consenso, enzo? Nem é só o que penso
Desde que os portugas chegaram que o clima é tenso
Tomemos os remos da mão dos pinóquios
Ou continuaremos a explicar os óbvios
E só quem viu a falcatrua da civil agindo de modo vil
Forjando para civil, viu?! Se há fatos ninguém mentiu, tio
É a arte do dissimulado mandado e seu feitio
Vários primeiros de abril ludibriando seu brio
Ativando o que é ser frio bem como o lado sombrio
Tu confia? Não confio! É doença? É doentio!
Mentir pra proveito próprio é hostil
Não me esperem ser sutil, servil, tô febril
Daí nem anestesio nem atrofio o que crio

Memória de elefante, sempre lembra do antes
Ante quem é e foi farsante
Histórias, registros e escritos
Memória de elefante, sempre lembra do antes
Ante quem é e foi farsante
Não é conto nem fábula, lenda ou mito

Memoria de Elefante

¡Regresamos!
Programación normal, así que vamos
A contar los daños de años
Apuntando a profanos y tiranos
Tenemos memoria de elefante y recordamos
Así que no habrá engaño
¡Recordamos! Dicen y decían que ser blanco es ser puro
Pintaron a Jesús con ojos azules, un fulano caucásico
No es posible, hermano. Estos racistas se creen mucho
Para empezar, chúpate esa
La humanidad viene de cuna africana
Es la ciencia la que lo dice
Y las otras religiones con sus tontos nos demonizan
La iglesia y el viejo plan
Financiar y esclavizar, revisen quiénes son los demonios
Está en la historia, no estoy inventando
Así que convenimos que lo que pasó no es momentáneo
Es la práctica sádica de los livianos

Memoria de elefante, siempre recuerda lo de antes
Ante quienes son y fueron farsantes
Historias, registros y escritos
Memoria de elefante, siempre recuerda lo de antes
Ante quienes son y fueron farsantes
No es cuento ni fábula, leyenda o mito

Para rescatar todo lo que perdí y perdimos
Reescribir las mentiras de los libros que leímos
¿Quieres consenso, enzo? No es solo lo que pienso
Desde que los portugueses llegaron, el clima es tenso
Tomemos los remos de las manos de los pinochos
O seguiremos explicando lo obvio
Y solo quien vio la trampa de la civilización actuando de manera vil
Forjando para la civil, ¿viste?! Si hay hechos, nadie mintió, tío
Es el arte del disimulado mandato y su estilo
Varios primeros de abril engañando su orgullo
Activando lo que es ser frío, así como el lado oscuro
¿Confías? ¡No confío! ¿Es enfermedad? ¡Es enfermizo!
Mentir para beneficio propio es hostil
No me esperen ser sutil, servil, estoy febril
Así que ni anestesio ni atrofio lo que creo

Memoria de elefante, siempre recuerda lo de antes
Ante quienes son y fueron farsantes
Historias, registros y escritos
Memoria de elefante, siempre recuerda lo de antes
Ante quienes son y fueron farsantes
No es cuento ni fábula, leyenda o mito

Escrita por: Diego 157