Nem Tudo Passa
Sei que errei
E não vou negar
E nem fugir de mim
Do que fiz, ou não fiz
Mas
Vou seguir
Conseguir me abrir
A tudo que há de vir
Aceitar: O que foi já foi
Sem máquina do tempo
Que me faça voltar atrás
Do que perdi, do que deixei passar
Nem tudo passa
As palavras ficam
Escritas, guardadas, cravadas
No coração
Então peço perdão
Exitei
Me exaltei querendo condenar
Sem ver
Quem sou eu pra julgar
Ninguém, ninguém, ninguém, ninguém
Alguém
Porem
Quem nunca atirou a primeira pedra?
Venha me apedrejar
“Querida,
Assim como cantou o grande nelson ned: ‘tudo passa, tudo passará’
Mas lembre-se o que disse o senhor Jesus cristo:
‘Céu e terra passarão, mas minhas palavras, não’
Por eu digo: “morre o homem, fica a poesia”
Como os versos de quintana: ‘eles passarão, eu passarinho’”
No Todo Pasa
Sé que cometí errores
Y no lo negaré
Ni huiré de mí
De lo que hice, o no hice
Pero
Seguiré
Lograré abrirme
A todo lo que está por venir
Aceptar: Lo que fue, fue
Sin máquina del tiempo
Que me haga retroceder
De lo que perdí, de lo que dejé pasar
No todo pasa
Las palabras quedan
Escritas, guardadas, clavadas
En el corazón
Así que pido perdón
Vacilé
Me exalté queriendo condenar
Sin ver
Quién soy yo para juzgar
Nadie, nadie, nadie, nadie
Alguien
Sin embargo
¿Quién nunca arrojó la primera piedra?
Ven a lapidarme
"Querida,
Así como cantó el gran Nelson Ned: 'todo pasa, todo pasará'
Pero recuerda lo que dijo el Señor Jesucristo:
'Cielo y tierra pasarán, pero mis palabras, no'
Por eso digo: 'muere el hombre, queda la poesía'
Como los versos de Quintana: 'ellos pasarán, yo pajarito'
Escrita por: Diego de Moraes