De Tempos Em Tempos ( Dmg Avonts - Arthur Vinih )
Quando vejo irmãos negros
Navegando pela escuridão
Não jogo as mãos pro céu
Culpando algum Deus
Vivente sobre as nuvens brancas
Nuvem negra faz chover sobre terra desigual
Sangue preto na quebrada é capa de jornal
Favela periferia, novos quilombos de zumbi, a nossa luta continua
Expressamente vários entendi a vida relata
Olho no olho a malicia disfarça
Nada vai desmerecer como deve ser o que é para ser
História não apaga, gingado e luta coragem orgulho sim continuam
O ódio inflama coração adoece
Nem tudo é um teste, nem flash, nem cash
Povo alegre de várias batalhas são tantas conquistas a luta não para
Em tempos e tempos história escrevi
O que se referi e assim prossegui
Abra os seus olhos pois o Sol vai nascer o melhor é viver como deve ser
Quando vejo irmãos negros
Navegando pela escuridão
Não jogo as mãos pro céu
Culpando algum Deus
Vivente sobre as nuvens brancas
Nuvem negra faz chover sobre terra desigual
Sangue preto na quebrada é capa de jornal
Favela periferia, novos quilombos de zumbi, a nossa luta continua
Em tempos difíceis a sobrevivência
Se auto-afirmar é mais que aparência
Perifa o lar tem seu valor
Superando a dor contagiando com amor, cabeça erguida
Mantenha autoestima o Sol ilumina meus dias, seus dias
Superação em cada amanhecer
Pra nos fazer vencer o que tiver de ser
Quem viu seguiu e se olhou para trás
Mas só erra quem faz
Você é capaz, historia pra contar pra viver
Reviver e o orgulho de ser tem que esta em você
Quando vejo irmãos negros
Navegando pela escuridão
Não jogo as mãos pro céu
Culpando algum Deus
Vivente sobre as nuvens brancas
Nuvem negra faz chover sobre terra desigual
Sangue preto na quebrada é capa de jornal
Favela periferia, novos quilombos de zumbi, a nossa luta continua
De Tiempos en Tiempos (Dmg Avonts - Arthur Vinih)
Cuando veo hermanos negros
Navegando en la oscuridad
No levanto las manos al cielo
Culpando a algún Dios
Viviente sobre las nubes blancas
Nube negra hace llover sobre tierra desigual
Sangre negra en la barriada es portada de periódico
Favela periferia, nuevos quilombos de zombis, nuestra lucha continúa
Expresamente varios entendí la vida relata
Ojo a ojo la malicia disfraza
Nada va a desmerecer como debe ser lo que es para ser
Historia no se borra, ritmo y lucha coraje orgullo sí continúan
El odio inflama, corazón adolece
No todo es una prueba, ni flash, ni cash
Pueblo alegre de varias batallas, son tantas conquistas la lucha no para
En tiempos y tiempos historia escribí
Lo que se refiere y así proseguí
Abre tus ojos pues el Sol va a salir, lo mejor es vivir como debe ser
Cuando veo hermanos negros
Navegando en la oscuridad
No levanto las manos al cielo
Culpando a algún Dios
Viviente sobre las nubes blancas
Nube negra hace llover sobre tierra desigual
Sangre negra en la barriada es portada de periódico
Favela periferia, nuevos quilombos de zombis, nuestra lucha continúa
En tiempos difíciles la supervivencia
Autoafirmarse es más que apariencia
Periferia el hogar tiene su valor
Superando el dolor contagiando con amor, cabeza en alto
Mantén autoestima, el Sol ilumina mis días, tus días
Superación en cada amanecer
Para hacernos vencer lo que tenga que ser
Quien vio siguió y se miró hacia atrás
Pero solo yerra quien hace
Tú eres capaz, historia para contar para vivir
Revivir y el orgullo de ser tiene que estar en ti
Cuando veo hermanos negros
Navegando en la oscuridad
No levanto las manos al cielo
Culpando a algún Dios
Viviente sobre las nubes blancas
Nube negra hace llover sobre tierra desigual
Sangre negra en la barriada es portada de periódico
Favela periferia, nuevos quilombos de zombis, nuestra lucha continúa