395px

Seresta en el Sertão

Domyngo e Feryado

Seresta No Sertão

Na minha terra quando o Sol se esconde
A Lua nasce espalhando o clarão
Quando escurece eu saio de casa
Levo comigo o meu violão

Reúno toda a companheirada
Saímos todos de instrumento na mão
Desde então começa a alegria
Tocamos e cantamos lindas canções

Bem a meu lado a minha pequena
Linda morena do meu coração
E na seresta eu canto pra ela
Lindos versos lá do meu sertão

Eu desconheço outra felicidade
Igual a esta que tenho eu não vi
Não tem dinheiro no mundo que paga
A alegria que eu tenho aqui

De manhãzinha quando eu saio da cama
Eu escuto os passarinhos cantando
Tomo café e arreio o meu baio
E pela estrada saio galopando

Todos os dias esta cena se repete
Não tenho nada pra me aborrecer
Só peço a Deus que me conserve assim
E me proteja até quando eu morrer

Não pode haver coisa mais linda
Isto eu posso até jurar
Da manhã do meu sertão
E as noites de luar

Seresta en el Sertão

En mi tierra cuando el Sol se esconde
La Luna nace esparciendo su resplandor
Cuando oscurece salgo de casa
Llevando conmigo mi guitarra

Reúno a toda la pandilla
Salimos todos con instrumento en mano
Desde entonces comienza la alegría
Tocamos y cantamos hermosas canciones

Justo a mi lado está mi pequeña
Hermosa morena de mi corazón
Y en la serenata le canto
Hermosos versos de mi sertón

Desconozco otra felicidad
Igual a esta que tengo no he visto
No hay dinero en el mundo que pague
La alegría que tengo aquí

Por la mañana cuando me levanto
Escucho a los pajaritos cantar
Tomo café y ensillo mi caballo
Y por el camino salgo galopando

Todos los días esta escena se repite
No tengo nada que me preocupe
Solo le pido a Dios que me conserve así
Y me proteja hasta que muera

No puede haber algo más hermoso
Esto lo puedo jurar
Que las mañanas de mi sertón
Y las noches de luna llena

Escrita por: Feryado / Domyngo